Por que consumir o conteúdo da Plataforma Liderança Sustentável ?

Sou consumidor do conteúdo desenvolvido pela Plataforma Liderança Sustentável. Como tal, quero compartilhar com os Habitantes Verdes que aqui visitam, um pouco da minha percepção e dos benefícios desse projeto. Assim, também servir de agente de propagação e divulgação.

Nesse exato instante conheço 4 (quatro) prateleiras onde você pode experimentar e consumir o conteudo da Plataforma Liderança Sustentável :

  • As palestras e entrevistas do Ricardo Voltolini , tanto em fóruns empresariais como acadêmicos. E aqui deixo 2 (dois) vídeos como exemplo:

Entrevista para Priscila Kirsner  do Programa Fiscais da Natureza :Priscila Kirsner entrevista Ricardo Voltolini no Programa Fiscais da Natureza

Entrevista no Portal da Ideia Sustentável : Plataforma Liderança Sustentável apresentada pelo Ricardo Voltolini

  •  O Livro Conversas com Líderes Sustentáveis conceitua e contextualizada a importância das empresas inserirem a Sustentabilidade como competência estratégica em seus negócios. Com base nessa certeza, o livro oferece 10 (dez) cases pragmáticos onde empresas de segmentos diferentes compartilham experiências de sucesso, através de entrevistas do próprio Ricardo Voltolini com os respectivos CEOs Presidentes dessas Empresas.

Livro Conversas com Líderes Sustentáveis

Livro Conversas com Líderes Sustentáveis

  • Os vídeos com depoimentos dos Executivos de Grandes Corporações. Neles, todos contam histórias de como estão gerando valor para suas empresas, ao decidirem que Sustentabilidade faz parte da estratégia de todas elas:

Franklin Felder da Alcoa

Fábio Barbosa quando liderava o tema no Santander

Paulo Nigro da Tetra Pak

Héctor Núnes quando liderava o tema na Walmar Brasil

Guilherme Leal da Natura

José Luciano Penido da Fibria

Luiz Ernesto Gemignani da Promon

Miguel Krigsner do Boticário

Kees Kruythoff  da Unilever

José Luiz Alquéres da Light

José Luiz Alquéres da Light Parte 2

Dedicando alguns minutos dos seus próximos dias para escutar ( e não apenas ouvir ) os vídeos e, depois, colocar o livro na sua lista de leituras, você terá material suficiente para entender porque Sustentabilidade é uma competência que precisa se fazer presente na estratégia das empresas. No passo seguinte, deve estar transversalmente atuando em todos os seus processos de negócios.

Você poderá ter dúvidas de como dar o primeiro passo na implementação, na transformação, enfim, mas terá nítida certeza que precisa começar. Sustentabilidade não pertence a nenhuma área ou organização, é uma competência que atua transversalmente por toda empresa e, melhor, quando transborda para seus fornecedores e parceiros. Pode sim, ter um líder, um executivo com atuação de consolidação do tema e missão de garantir plena aderência de todas ás áreas.

Particularmente encontrei na Plataforma Liderança Sustentável, uma marco divisório entre o que podemos chamar de Ambientalismo e Sustentabilidade. Digo isso porque ouvi de executivos que tive o prazer de trabalhar ao longo da minha carreira, perguntas me questionando se eu havia virado ambientalista, se eu iria trabalhar nuna ONG, se estaria me filiando algum partido (supostamente comprometido com o meio ambiente) e outras perguntas desse gênero, todas feitas com criativo bom humor.

Entendo e afirmo a importância do trabalho dos ambientalistas como agentes atuantes na sociedade e seus diversos segmentos sociais e políticos. Todavia, sustentabilidade dentro das empresas ocupa seu próprio espaço, sua própria maneira de transformar os processos de desenvolvimento de produtos e serviços sejam eles os atuais e futuros. Ambientalistas atuam e ajudam a sociedade e governo a aprenderem a lidar com o tema da natureza e seu recursos finitos, impactos irreversíveis e reversiveis. Profissionais que estão inserindo a sustentabilidade nas suas competências profissionais ja estão ajudando as empresas a tratarem os ativos como ar, água, energia, solo, matéria prima e resíduos de uma forma inovadora que traga ganhos tangíveis e intangíveis para seus negócios e seu segmento também.

Se sua empresa já começou a lidar com a sustentabilidade, a Plataforma Liderança Sustentável pode te inspirar a aprimorar e acelerar essa transição e transformação. Se sua empresa ainda não começou a lidar com o tema, não se preocupe, pois seus stakeholders (acionistas, bancos, clientes, governos e competidores) logo irão dar esse impulso para você.

Parabéns para toda equipe comprometida com a Plataforma Liderança Sustentável e também, para aos Executivos das Empresas que participaram dessa primeira etapa e mostram nos vídeos como se tornaram Habitantes Verdes Líderes em seus respectivos ramos de atuação.

Projeto 21 do Spoleto une a fome com vontade de comer sustentavelmente

Para quem ainda não conheçe, o Projeto 21 do Spoleto está demonstrando a importância do segmento do varejo de alimentação, quando se trata de contar com a competência da sustentabilidade na sua estratégia. Um projeto dessa dimensão, seja de investimento e tempo, somente trará resultados se a sustentabilidade estiver presente na estratégia da Empresa. Fazendo parte dela, os benefícios vão desde ganhos de escala, gestão, redução de custos, aderência dos colaboradores e cooperação da sua cadeia de fornecedores, e, tão importante quanto,  o ganho intangível da sua imagem perante sua rede de stakeholders.

O grande desafio do Spoleto é  fazer chegar essa informação aos seus consumidores e parceiros. No caso dos consumidores, vale investir nos espaços das próprias lojas, nas bandeijas, nos pratos, nos copos, cardápios e qualquer outro espaço que se proponha a se comunicar com seu público alvo.

Está crescendo gradativamente o número de consumidores que compram produtos e serviços, pensando em preço, qualidade, rapidez, atendimento e agora, consideram também se o seu fornecedor ofereçe boas práticas na sua relação com os ativos água, ar, solo, energia, matéria prima e  resíduos. É o caso de unir a fome com a vontade de comer de forma sustentável.

Olhando para os Shopping Centers como parceiros, as lojas Spoleto que estão aderindo ao Projeto 21 passam a se tornar um ponto de referência e um ponto de honra para os Shoppings que poderão oferecer esse tipo de tecnologia e informação para os seus clientes. Sem contar que os vizinhos da praça de alimentação, podem se inspirar e se motivarem a desenvolver seus próprios Projetos Sustentáveis.

A partir daqui compartilho com os Habitantes Verdes um texto que recebi da assessoria de imprensa, que mostra as inovações e conquistas do Spoleto através das medidas que foram tomadas em suas lojas :

O restaurante Spoleto do Pátio Brasil acaba de inaugurar sua nova estrutura sustentável:

Baseadas no Projeto 21 do Spoleto, as reformas trazem inovações como:

O Projeto 21: Em maio de 2010, o Spoleto lançou seu modelo de negócio sustentável, que já responde pelo aumento de 7% na margem líquida dos restaurantes em operação no país, inclusive a primeira flagship recém-inaugurada no Rio Sul Shopping. A projeção da maior rede de culinária italiana do país é chegar a 80 unidades do modelo Spoleto 21 até o final de 2011 (35 novas e adaptação de 20 já abertas) e alcançar uma economia/redução de:

-         607.680 kg de gás;

-         74.880 m3 de água;

-         7.200 litros de produtos de limpeza não lançados na natureza;

-         640 funcionários com aumento salarial de 50%.

 Quais são as mudanças efetivas?

Fogão – Fornecedor: Topema: o fogão a Gás foi substituímos por sistema de indução. Desta forma, reduz o calor da loja (melhor condição de trabalho para os funcionários) e não realiza mais queima de CO² (não há mais fogo na loja), reduzindo também o risco de acidentes como queimaduras de funcionários e incêndio.

Exaustão – era usada a exaustão convencional (com dutos e coifa) e atualmente foi substituída por sistema de exaustão embutida no próprio fogão de indução. Como a operação do Spoleto não utiliza nenhum tipo de frituras, o modelo de exaustão tipo ventless e carvão ativado  atende perfeitamente, não sendo necessária a utilização de recursos naturais para execução de todo o material de exaustão.

Pista fria (refrigerada) - Fornecedor: Ppienk: alteração do modelo de pista fria – maior e com divisórias para os recipientes – para que possa otimizar as atividades de reposição dos produtos no atendimento e garantir a temperatura adequada nos produtos/ingredientes.

Ingredientes pista fria – hoje 70% dos produtos já chegam processados ou prontos aos restaurantes, evitando manuseio na própria loja.

Utensílios – eram utilizados Bowls (potinhos de porcelana brancos, em tamanho pequeno) para expor os ingredientes da pista fria. Foram substituídos por GN’s – outro modelo de recipiente usado na indústria de restaurantes. Os novos são em tamanho maior, não quebram e têm mais facilidade na operação por reduzir a reposição, ter uma melhor troca de ar frio e melhor visual para os consumidores.

Máquina de lavar louça – Fornecedor Nepper: controle e economia de água e diminuição dos produtos de limpeza. Rapidez no processo de lavagem

Frigideiras – Fornecedor Tramontina. Aumento no número de frigideiras, pois devido ao novo processo de lavagem, as mesmas são acumuladas para evitar desperdício de água.

Operador 21 – funcionários multifuncionais (registro em carteira como operador de loja ou atendente): todos os funcionários são treinados para exercerem múltiplas funções. Também devido às mudanças relatadas acima, diminuiu o escopo de trabalho principalmente da equipe interna do restaurante (responsável pela lavagem e processamento dos produtos, por exemplo).

Sobre o Spoleto – Líder no segmento de culinária rápida italiana no Brasil, o Spoleto – maior empresa do sistema Umbria – possui atualmente 301 restaurantes, 273 no Brasil e 28 no exterior (26 no México e duas na Espanha). Presente em 23 estados brasileiros e no Distrito Federal, a maior concentração de lojas está em São Paulo (92) e no Rio de Janeiro (60).

Operação Spoleto

Operação Spoleto

Loja do Spoleto

Loja do Spoleto

A Sustentável leveza de um Shopping

Todos os líderes e formadores de opiniões afirmam e confirmam que os supermercados possuem um papel preponderante no tema da sustentabilidade. Seu poder de comunicação com seu imenso público consumidor, atinge um raio de abrangência como poucas indústrias podem alcançar ou medir. Não foi por falta de bons motivos, que se tornaram referência no tema da sustentabilidade, provocando inúmeras ações e projetos diretamente relacionados com a transformação do seu relacionamento com seus ativos como: água, energia, ar, solo, matéria prima e resíduos. Pularam na frente da Política Nacional de Resíduos Sólidos e se tornaram atores na educação sobre coleta seletiva, reciclagem e correta destinação. Também não deixam de lado, projetos de responsabilidade social empresarial. Com certeza, cativaram uma grande fatia de consumidores que se re-educaram e colocaram o tema da sustentabildiade na sua escolha de onde comprar e o que comprar.

Já é fato consumado a busca dos grandes supermercados por aumento de vendas, fidelização dos clientes e aumento do seu público, pelo simples fato de terem incorporado a sustentabilidade como parte integrante de sua estratégia. Melhor do que isso, estão inspirando esse direcionamento junto aos seus fornecedores, ao mesmo tempo que aprendem com eles também.

Refletindo sobre esse desafio, por que não pensar e buscar inspiração para indústria de Shopping Centers, já que estar dentro de um Shopping é mais agradável do que estar dentro de um Supermercado ?

Por que os Shoppings, que abrigam lojas, serviços, entretenimento, local de trabalho e, principalmente, cada vez mais estão orientados para proporcionar experiências e sensações , não podem seguir seu própio caminho e também buscarem para si esse mesmo benefício ? Em breve, ser um Shopping Cinza ou Verde, será fator de escolha para um público cada vez mais antenado e educado nas suas escolhas do que , onde, como e com quem consumir produtos ou serviços ou sensações. Qual Shopping Center não deseja ter seu custo reduzido na gestão de ativos como água, ar, energia, solo, matéria prima ou resíduos com intuito de oferecer um valor de condominio competitivo que não onere seu cliente lojista e com isso seja agente de suporte no aumento de margem desses mesmos lojistas ? Ganha o Lojista, ganha o Shopping, ganha o Empreendedor e ganha o principal ator: o Consumidor.

Todas essas perguntas e muitas outras, serão respondidas de diversas maneiras e por diferentes especialistas, no Seminário  idealizado pelo Luiz Alberto Marinho da Brandworks e pela Gouvêa de Souza, no dia 20 de outubro de 2011 em São Paulo.

Se chama Green Mall Sustentabilidade na Prática. Seu conteudo é pragmático e orientado para cases e projetos que já trouxeram ganhos tangíveis e intangíveis para seus Shoppings. Empreendedores que já  deram início ao processo de internalizar a competência da sustentabilidade no seu DNA, já estão colhendo os benefícios desse posicionamento estratégico e irreversível, pois, voltando ao início do tema, o Shopping fala, se comunica, interage e convive com um imenso público que precisar voltar nele sempre que possível e gerar demanda de negócios para os Lojistas que lá estão! Como Sustentabilidade cabe em todos os Shoppings, esse seminário tem o importante apoio da ABRASCE.

Confira aqui a programação do “Green Mall Sustentabilidade na Prática”, que mereceu divulgação em diversos espaços na mídia de varejo e sustentabilidade :

http://abraps.blogspot.com/2011/10/green-mall.html

http://www.falandodevarejo.com/2011/10/evento-discute-sustentabilidade-em.html

1o. Seminário Green Mall - Sustentabilidade na Prática

1o. Seminário Green Mall - Sustentabilidade na Prática

Seu resíduo de remédios agora tem remédio!

Na última quinta-feira, 9 de dezembro, aconteceu o último dia de aula do Curso de Gestão para o Baixo Carbono da Fundação Getulio Vargas. Trinta e três profissionais do mais alto nível na competência da sustentabilidade empresarial, fizeram parte da primeira turma da GV nesse curso.

Essa breve introdução foi para comemorar algo que eu repetia para mim e para os “carboninhos” : O curso é ótimo pela qualidade dos Professores assim como pelo conhecimento e network entre os alunos! Dito e feito! Hoje, o Sergio Cintra da   Empresa Ambiental MS compartilhou conosco um serviço bastante inovador.

Antes de falar dele, quero mostrar uma foto do próprio site, que por si só, já é motivo de mais uma mudança no nosso cotidiano :

Descarte Consciente de Remédios

Descarte Consciente de Remédios

Ato contínuo ao ler o e-mail do Sérgio, montei um e-mail para divulgar no meu condomínio, nas redes sociais da Habitante Verde como twitter, facebook e linkedin e sem esquecer de divulgar para as Empresas Clientes  e Amigos da Habitante Verde. Antes de clicar no enviar, resolvi ligar para tirar dúvidas e conhecer um pouco mais o serviço. Fui muito bem atendido pelo Roberto, gerente responsável pela implantação do projeto e rapidamente ele me resumiu o processo fim-a-fim que conto aqui para os Habitantes Verdes:

Antes de contar, vale a pena lembrar que essa empresa e seus parceiros estão saindo na frente (bem na frente) da Lei de Resíduos Sólidos aprovada esse ano e, que ainda agoniza para ser regulamentada. Enfim, a turma da BHS optou por dar um passo adiante! O Programa de Descarte Consciente gerido pela BHS Brasil Health Service junto as redes de farmácias garante um dos principais pilares da Política Nacional de Resíduos Sólidos, ou seja, que a responsabilidade pela coleta dos resíduos deve ser compartilhada por toda cadeia produtiva: fabricantes, distribuidores e  vendedores para o consumidor final. Dessa forma,  o Programa de Descarte Consciente cria uma rota de logística reversa confortável e segura para os consumidores que frequentam as farmácias. Agora, além  de adquirir novos produtos, irão poder levar até elas seus remédios vencidos e também aqueles que estão fora de uso.

Remédio é um resíduo que requer o máximo de cuidados, portando, seu descarte precisa acontecer através  de um processo profissional e regulado. Por isso, o caminho de volta para farmácia irá garantir que o mesmo será retirado por empresa especializada e incinerado conforme as normas vigentes, minimizando impacto no meio ambiente. Principalmente, se a comparação for feita com o procedimento atual, muito bem demonstrado na foto que basicamente mostra – onde e como – estamos poluindo nosso rios, solos, mares e lençóis freáticos.

Segundo o Consultor de Gestão de Resíduos Sólidos, Mestre Alexandre Aguiar , meu Professor lá do MBA de Sustentabilidade da Mauá, os remédios são classificados como Resíduos do Grupo B, portando, altamente tóxicos e geridos por normas do CONAMA.

Lembre-se de  guardar seus remédios vencidos e fora de uso num lugar seguro, inalcançável pelas crianças, levá-los até a farmácia mais próxima do seu caminho que esteja na lista do site e lá procurar por um dos profissionais que irá  fornecer todas as  orientações. Tudo isso  te dará certeza que seu gesto cumpre as boas práticas de cidadão, com você e com o meio-ambiente!

 

Clica no portal do Programa e conheça a farmácia mais próxima de você! Em breve, outros endereços estarão completando e aumentado essa lista!


http://www.descarteconsciente.com.br/

Descarte Consciente de Medicamentos

Descarte Consciente de Medicamentos

O destaque dessa invenção está na Estação ECOMED® , tecnologia onde os remédios serão coletados, obedecendo normas de segurança e controle. Mais sobre a Estação ECOMED® , clique aqui

Descarte de Medicamentos

Descarte de Medicamentos

Coletora de Medicamentos para Descarte Consciente

Coletora de Medicamentos para Descarte Consciente

Sabem quem chegou nos 30 + votados do TopBlog?

Depois de chegar entre os 100 mais votados no Prêmio TopBlog 2010 , o Habitante Verde agora flutua entre os 30 primeiros dessa nova fase. Digo flutua, porque ele pode ficar entre os 30 ou não. Esse vai e vem, permanece até 10 de Novembro de 2010, onde votos do Júri Popular e Júri Acadêmico irão escolher os três mais votados. O Habitante Verde tinha duas metas: A primeira foi estar entre os 100 primeiros, conseguiu! A segunda é permanecer entres os 30 mais votados, ou seja, onde está agora, como indica o dinâmico placar dos TopBlogs 30 + votados.

Top 30 + votados

Top 30 + votados

Para quem foi inventado em setembro de 2009, para contar a história de uma mudança de vida profissional para o segmento da sustentabilidade empresarial,  o Habitante Verde pode ser considerado o estagiário da turma dos 30. Clique nos outros Blogs para saber com quem ele está compartilhando essa disputa:

a arte de modificar A HORA DO PLANETA É A SUA HORA Ambiente Brasil Blog Caiçara Blog da Gisele Blog do Rancho Boas Atitudes

Bonito Birdwatching Canta Cantos Ciencia Blogada CPEA � Centro de Pesquisas e Estudos Agrários e Ambientais Doural Sustentável

EcoD ECOLOGANDO E esse tal meio ambiente? Irradiando Luz Meu Velho Chico Minha Vida Eco-Chic Mundo Possível | Vidas Possíveis

organização sócio ambiental para biodiversidade miraterra – omt PAGINAS VERDES BRASIL plantandoconsciencia Plurale em site

Pra Hoje! Ruas Digitais: Inclusão digital com moradores de rua SETRI SUSTENTABILIDADE Teofilo Educ@ na Mata

Trinca-ferro verdadeiro Vivo Verde

Todos aí de cima são espaços informativos e educativos com foco na sustentabilidade ambiental e com suas lentes ampliadas para Empresas, Governo, ONGS e a Vida cotidiana das pessoas que estão se transformando em Habitantes Verdes; aliás, você pode votar neles também!

Quero agradecer a todos os amigos pessoais, amigos profissionais, amigos digitais, professores,  alunos e funcionários  dos cursos de MBA de Gestão Ambiental e Práticas de Sustentabilidade do Instituto Mauá de Tecnologia e do Curso de Gestão para o Baixo Carbono da Fundação Getúlio Vargas. Foram os votos e incentivos de vocês que trouxe o Habitante Verde até aqui!

Para fechar esse texto de comemoração e agradecimentos, vou aproveitar e pedir mais votos para vocês! Quem já votou, pode indicar para outra pessoa votar também! Basta clicar aqui :

Espaço especialmente dedicado para votar no Habitante Verde para permanecer entre os 30 + votados

Abraços Verde$, Facó



Relatório de Atividades do GVces mostra muitos gols.

O Relatório de Atividades do GVces, Centro de Estudos em Sustentabilidade da EAESP, mostra porque o seu time anda marcando vários gols no protagonismo do tema da sustentabilidade. A versão de 2009 oferece significativa inspiração e exemplo para que as demais Instituições de Ensino se motivem a construir essa competência dentro das suas administrações. Cada uma pode construir seu núcleo conforme sua cultura, maturidade e identidade. Dessa forma, irão acelerar sua contribuição e participação como entidades formadoras de opinião no cenário da sustentabilidade e de  transformação cultural.

O Relatório destaca temas extremamente relevantes para sociedade, empresas e governo, todos desenvolvidos pelo time do GVces, com ajuda de Empresas Parceiras e Apoiadoras. Os principais tópicos do Relatório são:

- Desenvolvimento Local e Produção Sustentável;

- Sustentabilidade Empresarial e  Global;

- Finanças Sustentáveis e Consumo Sustentável;

- Revista Página 22;

- Educação,  Comunicação e  Publicações;

- Sua Equipe, Parceiros e Apoiadores de 2009;

Compartilho com o time do GVces a sugestão de publicar no Relatório de 2010, informações que contem a pegada e a gestão dos recursos utilizados no dia-a-dia da Fundação Getúlio Vargas, em todos os seus Campos. Ou seja, compartilhar seu consumo de água, energia, inventário de GEE e gestão dos seus resíduos, como também seu plano de redução, otimização e educação do seu público interno.

Com isso,  a frase ” Casa de ferreiro, espeto é de pau ” nunca irá se conectar com sua marca. Em outras palavras, todo esse conteúdo rico e inovador  que está sendo produzido pelo GVces, poderá também ser aproveitado pela equipe de gestão ambiental da própria FGV, ampliando assim seu leque de contribuição para seus Stakeholders.

O Relatório na sua integra pode ser baixado nesse link, pois está disponível  no site do GVces

Toda equipe do GVces está de parabéns pois são projetos de resultados mensuráveis e de benefícios de longo prazo.

Trata-se de um caminho de mudança cultural.

Relatório de Atividades do GVces de 2009

Relatório de Atividades do GVces de 2009

Sustentabilidade Empresarial: Custo extra ou impulso nos negócios ?

A Revista Promo Insights é uma revista digital que oferece conteúdo sobre marketing promocional, tendências, pesquisas inéditas, dicas e artigos de especialistas. Seu público alvo compreende algo em torno de 100 mil profissionais como presidentes, diretores, gerentes e executivos de marketing, compras, comunicação, trade-marketing, recursos humanos, eventos, promoção e propaganda, das principais empresas e agências do país.   A última edição, de número 14,  pode ser lida na web, bastando clicar aqui

Esse número traz uma matéria da Jornalista Ana Luiza Panazzolo chamada Sustentabilidade Empresarial: Custo extra ou impulso nos negócios ?

Contando com a colaboração de Bernadete Ângelo de Almeida e minha, Ana conseguiu compartilhar com seus leitores um resumo do que significa a competência da sustentabilidade empresarial, através de um texto leve e informativo. Sem usar a terminologia do cotidiano dos profissionais da sustentabilidade como: ACV ( análise do ciclo de vida ), inventário de emissões de GEE,  Relatórios GRI, etc , seu conteúdo simplifica o tema que mais cresce na agenda das empresas, governos e pessoas, estimulando que cada um passe a conhecer a sua pegada de energia, resíduos, água, terra e ar para em seguida desenvolver estratégias de como se relacionar com os recursos do meio ambiente.

Melhor do que ler minhas palavras, todas empolgadas com o tema e com a oportunidade de compartilhar o que estou aprendendo no MBA de Gestão Ambiental e Práticas de Sustentabilidade do Instituto Mauá de Tecnologia,  é ler a reportagem inteira

Fabiano Facó - Habitante Verde

Fabiano Facó - Habitante Verde

nesse link: http://bit.ly/9ejTZA

Pode clicar que você vai gostar!

Com muito orgulho, os créditos da foto vão para Khym Facó, meu filho.

Bom exemplo ” Anti-Greenwashing “

O Guia do Greenpeace que informa o ranking dos principais fornecedores de equipamentos eletrônicos e seus compromissos com a sustentabilidade ambiental, permanece com a Fabricante Finlandesa de Celulares na liderança. A versão mais recente, de maio de 2010, pode ser visualizada clicando aqui. Esse guia pode orientar o consumidor verde ou aquele que está migrando de cinza para verde, oferecendo informações que precisam ser consideradas no processo de decisão de compra do seu novo equipamento. Além dos  itens relacionados com preço, tamanho, acesso para redes internet, 3G e Wifi, aplicativos e assistência técnica, é imperativo que o aspecto da sustentabilidade ambiental de cada empresa, também faça parte da nossa decisão de compra. Em outras palavras, o consumidor precisa conhecer como a marca da sua escolha está se relacionando com os recursos da natureza e como pretende intensificar essa relação daqui para frente.

 

Descobri esse guia através de uma apresentação da própria Empresa, ministrada pelo Guilherme Koga no dia 10 de Junho por ocasião do Seminário Gestão de Resíduos e Pós-Consumo  no Varejo da FGV.  Além do guia, outras ações merecem destaque pelo resultado já obtido, bem como servem de comparação com a crescente onda de propagandas e publicidades na linha do greenwashing.

A Fabricante Finlandesa destacou ações já implementadas, como também seu compromisso de investir em pesquisas que promovam profundas análises no ciclo de vida de seus produtos. Dessa forma, poderá realizar uma transição para intensificar o uso de matéria-prima renovável sempre que possível, como também transformar o design, fazendo com que os equipamentos possam apresentar mais eficiência no momento de serem reciclados.

Das ações já implantadas, as embalagens foram reduzidas e ajustadas para abrigarem o celular, carregador, manual e acessórios de alguns modelos. Ou seja, além de reduzir o uso de papel, tinta e tudo que envolve o processo de produção de uma embalagem, não podemos esquecer que essa redução também implica no baixo consumo de combustíveis, pois o mesmo transporte, seja aéreo ou terrestre, está transportando mais equipamentos com o mesmo consumo. Não deve parar por aí! A Europa já determinou por Lei, que os carregadores deverão ser compatíveis com todos os modelos e fabricantes. Isso significa que você poderá trocar de celular, sem precisar de um novo carregador. Agora é torcer para que essa Lei chegue por aqui também.

Destaco o programa de reciclagem implantado pela Finlandesa, porque o mesmo foi concebido para oferecer retorno financeiro tangível e não apenas para ser usado em publicidade. Esse retorno irá acontecer em médio prazo, na medida que a Empresa possa comercializar todo o material nobre, ouro por exemplo, que é aproveitado no seu processo mundial de reciclagem, com objetivo de serem re-utilizados em novos equipamentos. Basicamente, a coleta começa nos postos de assistência técnica e de lá são enviados para Centros de Triagem.  No vídeo que segue, você pode conhecer mais detalhes do processo fim-a-fim da reciclagem:

 

Creio que os próximos passos da Finlandesa, seja aumentar o volume de participação dos seus consumidores, pois esse volume irá trazer os resultados projetados no seu planejamento. Imagino que estejam procurando campanhas que possam mobilizar o incremento desses números na sua fonte, ou seja, nas pessoas que ainda não se sentem estimuladas em disponibilizar seu equipamento para reciclagem. Talvez fosse o caso de ampliar esse projeto com a participação das operadoras de celular e demais pontos de vendas, transformando a atitude do consumidor em algum tipo de bônus, quando do momento da entrega do seu equipamento usado. Seja na troca por um novo ou através de promoções na conta de utilização da linha. Nesse contexto, o Fabricante, a Operadora e o Consumidor  irão dividir os ganhos econômicos tangíveis e intangíveis.  Seguindo essa linha,  Fabricante e Operadora automaticamente se enquadram na nova Política de Resíduos Sólidos que será aprovada em breve pelo Senado, onde basicamente as empresas serão responsabilizadas pelo correto e adequado descarte dos seus produtos.

Convido aos leitores para compartilharem sua sugestões de como a Finlandesa pode aumentar o volume dos equipamentos a serem considerados em relação ao atual programa de reciclagem. Essas idéias podem abranger a  participação de outros protagonistas nesse cenário como: Operadoras do Serviço de Telefonia Celular , Pontos de Vendas e Consumidores e obviamente os Fabricantes.

 

Sustentabilidade x Futebol! Um jogo com ECO em todas as Torcidas.

Agora de tarde li um texto que há tanto estava procurando.  Ele se chama Corinthians marca gol pela sustentabilidade “ , é curto e vale a pena um clic no link para saber o que o Timão está fazendo com os Verdes.

Ele mostra que o tema da gestão ambiental ou a competência da sustentabilidade, começa a marcar  gols no mundo do Futebol. Esse midiático e apaixonante esporte tem um incalculável poder de ecoar esse assunto junto aos apaixonados torcedores.  Basta imaginar quantos milhões de Torcedores, uma marca como Flamengo, poderá influenciar quando começar a se comunicar através do tema da sustentabilidade ou meio-ambiente. Sem contar, os ganhos intangíveis para sua imagem perante aos sócios, torcedores e patrocinadores.

O Futebol está alavancando várias inovações e transformações em toda indústria que lhe cerca. Elas vão desde a confecção do material esportivo até  construções de Estádios e Arenas, fazendo uso das tecnologias verdes. Contudo, seu poder de influência através dos seus Clubes e Ídolos , que tanta paixão e entretenimento exercem em seus torcedores, irá contribuir para ampliar as ações e discussões que envolvem o segmento Verde.

Sustentabilidade X Futebol

Sustentabilidade X Futebol

Todavia, para aqueles Clubes que estão trilhando o caminho da profissionalização, já podem marcar seus gols em prol da sustentabilidade esportiva e aos poucos, irem inserindo essa competência em seus estatutos ou modelos de negócios através de ações como:

  1. Plano de gerenciamento de resíduos sólidos e orgânicos, organizados por coleta seletiva de papel, plástico, metal, madeira, óleo de cozinha, pilhas, lâmpadas e orgânicos. Toda essa matéria prima, chamada no século passado de “lixo”, poderá ser vendida ou doada para cooperativas ou empresas que garantam o correto destino para indústria ou aterro;

  2. Projeto de coleta de água de chuva para regar gramados, instalações e outros fins. Quem sabe, a água das piscinas inclusive;

  3. Projeto que possa fazer uso de eficiência energética através de painéis de energia solar ou outras fontes renováveis;

  4. Desenvolver um estudo que possa estimar os índices de emissões de gases de efeito estufa gerados pela sua rotina de treinos, viagens e jogos. Conhecido esse dado, buscar ações que compensem tais emissões em conjunto com seus Torcedores;

  5. Estabelecer parcerias com seus fornecedores, incentivando que todo material esportivo possua índices crescentes de utilização de matéria prima reciclada na confecção de seus uniformes de treinos, jogos, viagens e aqueles disponíveis para venda aos seus torcedores;

  6. Buscar um espaço na camisa ou calção ou meião onde haja algum símbolo comunicando a sua Torcida o compromisso que todos devemos ter com o Meio-Ambiente;

  7. Desenvolver uma campanha que possa engajar funcionários e fornecedores em novas atitudes em prol da sustentabilidade;

  8. Engajar seus ídolos para que possam participar de campanhas, premiações e sorteios para seus Torcedores sobre temas e boas práticas que se enquadrem no tema Verde;

  9. Publicar em seus websites todas suas ações relacionadas com a sustentabilidade esportiva;

  10. Incentivar Federações e Confederações para que desenvolvam projetos sobre o tema junto aos Torcedores;

  11. Transformar cada gol em uma árvore plantada. Conheça o ” Jogando pelo Meio Ambiente ” ;

Aí estão 11 golaços que irão ajudar nossos Clubes a jogarem e ganharem essa nova partida. Se o Futebol já tem um papel de enorme influência no entretenimento dos torcedores, a partir de agora,  irá aumentar muito mais, dando essa contribuição para suas vidas e suas Empresas.

Show de Bola Verde

Show de Bola Verde


Finalizo com uma divertida sugestão para o Clube de Regatas do Flamengo buscar um espaço no seu uniforme para comunicar seu engajamento com os recursos do meio-ambiente:

RECICLAR   REDUZIR   REPENSAR   RECUSAR   e   REUTILIZAR

RECICLAR REDUZIR REPENSAR RECUSAR e REUTILIZAR

O Papel do Líder da Sustentabilidade Corporativa

O Papel do Líder da Sustentabilidade Corporativa


Sabemos que são poucas as empresas que já designaram o seu líder na competência da sustentabilidade corporativa. Nas empresas multinacionais, esse profissional é chamado de CSO – Chief Sustainability Officer, seguindo a moda das siglas como CEO, CFO, CIO, CTO dentre outras. Nas empresas nacionais, pode ser chamada de Diretora ou Gerente de Sustentabilidade.

O nome do cargo é escolhido conforme a cultura e práticas de recursos humanos de cada empresa. O mais importante aqui é refletir e debater sobre a missão desse importante profissional no novo cenário empresarial.

Se essa competência é, de fato, uma prioridade para a empresa, esse líder se reportará diretamente para ao CEO ou Presidenta. Nesse nível de reporte, a empresa informará claramente para a organização e aos seus stakeholders, que a Sustentabilidade Corporativa passará a ser uma competência estratégica para o seu negócio.

O  perfil comportamental dessa profissional deverá estar relacionado à sua capacidade de atuar como agente de transformação como também um excelente nível de relacionamento interpessoal. Ela transitará e atuará com todas as organizações, devendo abrir e manter portas abertas com  seus pares e colaboradores. Uma dose ajustada de bom humor e paciência, ajudará bastante, porque nem todos os profissionais são maduros e preparados  para reconhecer na sustentabilidade corporativa, algo importante para empresa na sua totalidade. Seja dentro ou fora dela.

É possível listar as principais atribuições da Líder da Sustentabilidade Corporativa, contudo, cada CSO ou cada Executiva deverá moldar esta competência considerando aspectos como necessidades imediatas de cada empresa, sua maturidade frente ao tema e seu respectivo mercado.

Podemos contextualizar suas atribuições dentro dos âmbitos externo e interno à empresa:

Atuação externa:

Ser porta-voz e formador de opinião sobre a Sustentabilidade Corporativa através da publicação de artigos, palestras, exposição de projetos da empresa e debates com seus pares;

Relacionar-se com líderes do pensamento em sustentabilidade corporativa, mantendo-se como canal aberto de comunicação;

Trabalhar com Marketing de Comunicação para posicionar a empresa como player focado na sustentabilidade corporativa;

Acompanhar os passos da concorrência local e global e promover estudos de análise de tendências de mercado e tecnologias;

Incentivar, coordenar e permitir a colaboração da empresa em projetos de sustentabilidade e melhores práticas, sempre observando o contexto no qual a empresa está inserida;

Representar a empresa junto aos órgãos governamentais e institucionais diretamente ligados ao tema da sustentabilidade;

Atuação interna:

Ω Desenvolver uma visão estratégica para a empresa, garantindo que a competência da sustentabilidade permeie toda a  organização;

Ω Interagir com a organização para coordenar recursos em todas as áreas visando o compartilhamento de idéias, tecnologias, processos e melhores práticas;

Ω Incentivar e promover a participação de todos os colaboradores;

Ω Trabalhar com Marketing de Produto e Serviços para estabelecer plano de ação para promover ajustes nos produtos atuais e futuros, maximizando os índices de sustentabilidade no seu desenvolvimento, embalagem, entrega, logística reversa e descarte;

Ω Trabalhar com Setor Jurídico para garantir aderência às leis e legislações de cunho ambiental;

Ω Desenvolver uma equipe de profissionais de sustentabilidade na empresa e suas linhas de negócios, aproveitando os recursos existentes e mobilizando outros apoios, com objetivos de promulgar uma mudança de cultura, políticas e melhores práticas.

Ω Criar Key Performance Indicators para serviços e produtos visando componentes da sustentabilidade;

Ω Avaliar aplicabilidade por exigência ou boas práticas de certificações como ISO 14001, Sistemas de Gestão Ambiental, Gestão das Emissões e Mitigações de GEE (Gases de Efeito Estufa)

Ω Garantir implantação e efetiva manutenção de um plano de redução de resíduos, bem como de transformação destes em matéria-prima a ser reciclada;

Ω Desenvolver com a área de compras, políticas de compras sustentáveis, criando um ranking para os fornecedores que deverão  se comprometer a trabalhar com essa competência nos seus negócios;

Ω Criar medidores de eficiência energética, hídrica e de qualidade do ar;

Ω Promover programas de treinamento e desenvolvimento contínuos dos colaboradores para que se comprometam tanto dentro da empresa como em seus lares;

Ω Aderir às boas práticas da empresa tais como governança corporativa, gerenciamento de projetos, dentre outras;

Ω Apresentar relatórios periódicos dos principais KPIs;

Ω Coordenar e apresentar o relatório anual de sustentabilidade.

Finalizo reforçando que o CSO é uma realidade em poucas empresas e um futuro não muito distante para as demais.

Prometo retornar em breve, falando do CSO inserido em cada tipo de indústria e mercados e seu papel na transformação de empresas cinzas e Verde$.

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