Sou consumidor do conteúdo desenvolvido pela Plataforma Liderança Sustentável. Como tal, quero compartilhar com os Habitantes Verdes que aqui visitam, um pouco da minha percepção e dos benefícios desse projeto. Assim, também servir de agente de propagação e divulgação.
Nesse exato instante conheço 4 (quatro) prateleiras onde você pode experimentar e consumir o conteudo da Plataforma Liderança Sustentável :
As palestras e entrevistas do Ricardo Voltolini , tanto em fóruns empresariais como acadêmicos. E aqui deixo 2 (dois) vídeos como exemplo:
O Livro Conversas com Líderes Sustentáveis conceitua e contextualizada a importância das empresas inserirem a Sustentabilidade como competência estratégica em seus negócios. Com base nessa certeza, o livro oferece 10 (dez) cases pragmáticos onde empresas de segmentos diferentes compartilham experiências de sucesso, através de entrevistas do próprio Ricardo Voltolini com os respectivos CEOs Presidentes dessas Empresas.
Livro Conversas com Líderes Sustentáveis
Os vídeos com depoimentos dos Executivos de Grandes Corporações. Neles, todos contam histórias de como estão gerando valor para suas empresas, ao decidirem que Sustentabilidade faz parte da estratégia de todas elas:
Franklin Felder da Alcoa
Fábio Barbosa quando liderava o tema no Santander
Paulo Nigro da Tetra Pak
Héctor Núnes quando liderava o tema na Walmar Brasil
Guilherme Leal da Natura
José Luciano Penido da Fibria
Luiz Ernesto Gemignani da Promon
Miguel Krigsner do Boticário
Kees Kruythoff da Unilever
José Luiz Alquéres da Light
José Luiz Alquéres da Light Parte 2
Dedicando alguns minutos dos seus próximos dias para escutar ( e não apenas ouvir ) os vídeos e, depois, colocar o livro na sua lista de leituras, você terá material suficiente para entender porque Sustentabilidade é uma competência que precisa se fazer presente na estratégia das empresas. No passo seguinte, deve estar transversalmente atuando em todos os seus processos de negócios.
Você poderá ter dúvidas de como dar o primeiro passo na implementação, na transformação, enfim, mas terá nítida certeza que precisa começar. Sustentabilidade não pertence a nenhuma área ou organização, é uma competência que atua transversalmente por toda empresa e, melhor, quando transborda para seus fornecedores e parceiros. Pode sim, ter um líder, um executivo com atuação de consolidação do tema e missão de garantir plena aderência de todas ás áreas.
Particularmente encontrei na Plataforma Liderança Sustentável, uma marco divisório entre o que podemos chamar de Ambientalismo e Sustentabilidade. Digo isso porque ouvi de executivos que tive o prazer de trabalhar ao longo da minha carreira, perguntas me questionando se eu havia virado ambientalista, se eu iria trabalhar nuna ONG, se estaria me filiando algum partido (supostamente comprometido com o meio ambiente) e outras perguntas desse gênero, todas feitas com criativo bom humor.
Entendo e afirmo a importância do trabalho dos ambientalistas como agentes atuantes na sociedade e seus diversos segmentos sociais e políticos. Todavia, sustentabilidade dentro das empresas ocupa seu próprio espaço, sua própria maneira de transformar os processos de desenvolvimento de produtos e serviços sejam eles os atuais e futuros. Ambientalistas atuam e ajudam a sociedade e governo a aprenderem a lidar com o tema da natureza e seu recursos finitos, impactos irreversíveis e reversiveis. Profissionais que estão inserindo a sustentabilidade nas suas competências profissionais ja estão ajudando as empresas a tratarem os ativos como ar, água, energia, solo, matéria prima e resíduos de uma forma inovadora que traga ganhos tangíveis e intangíveis para seus negócios e seu segmento também.
Se sua empresa já começou a lidar com a sustentabilidade, a Plataforma Liderança Sustentável pode te inspirar a aprimorar e acelerar essa transição e transformação. Se sua empresa ainda não começou a lidar com o tema, não se preocupe, pois seus stakeholders (acionistas, bancos, clientes, governos e competidores) logo irão dar esse impulso para você.
Parabéns para toda equipe comprometida com a Plataforma Liderança Sustentável e também, para aos Executivos das Empresas que participaram dessa primeira etapa e mostram nos vídeos como se tornaram Habitantes Verdes Líderes em seus respectivos ramos de atuação.
Para quem ainda não conheçe, o Projeto 21 do Spoleto está demonstrando a importância do segmento do varejo de alimentação, quando se trata de contar com a competência da sustentabilidade na sua estratégia. Um projeto dessa dimensão, seja de investimento e tempo, somente trará resultados se a sustentabilidade estiver presente na estratégia da Empresa. Fazendo parte dela, os benefícios vão desde ganhos de escala, gestão, redução de custos, aderência dos colaboradores e cooperação da sua cadeia de fornecedores, e, tão importante quanto, o ganho intangível da sua imagem perante sua rede de stakeholders.
O grande desafio do Spoleto é fazer chegar essa informação aos seus consumidores e parceiros. No caso dos consumidores, vale investir nos espaços das próprias lojas, nas bandeijas, nos pratos, nos copos, cardápios e qualquer outro espaço que se proponha a se comunicar com seu público alvo.
Está crescendo gradativamente o número de consumidores que compram produtos e serviços, pensando em preço, qualidade, rapidez, atendimento e agora, consideram também se o seu fornecedor ofereçe boas práticas na sua relação com os ativos água, ar, solo, energia, matéria prima e resíduos. É o caso de unir a fome com a vontade de comer de forma sustentável.
Olhando para os Shopping Centers como parceiros, as lojas Spoleto que estão aderindo ao Projeto 21 passam a se tornar um ponto de referência e um ponto de honra para os Shoppings que poderão oferecer esse tipo de tecnologia e informação para os seus clientes. Sem contar que os vizinhos da praça de alimentação, podem se inspirar e se motivarem a desenvolver seus próprios Projetos Sustentáveis.
A partir daqui compartilho com os Habitantes Verdes um texto que recebi da assessoria de imprensa, que mostra as inovações e conquistas do Spoleto através das medidas que foram tomadas em suas lojas :
Na última quinta-feira, 9 de dezembro, aconteceu o último dia de aula do Curso de Gestão para o Baixo Carbono da Fundação Getulio Vargas. Trinta e três profissionais do mais alto nível na competência da sustentabilidade empresarial, fizeram parte da primeira turma da GV nesse curso.
Essa breve introdução foi para comemorar algo que eu repetia para mim e para os “carboninhos” : O curso é ótimo pela qualidade dos Professores assim como pelo conhecimento e network entre os alunos! Dito e feito! Hoje, o Sergio Cintra da Empresa Ambiental MS compartilhou conosco um serviço bastante inovador.
Antes de falar dele, quero mostrar uma foto do próprio site, que por si só, já é motivo de mais uma mudança no nosso cotidiano :
Descarte Consciente de Remédios
Ato contínuo ao ler o e-mail do Sérgio, montei um e-mail para divulgar no meu condomínio, nas redes sociais da Habitante Verde como twitter, facebook e linkedin e sem esquecer de divulgar para as Empresas Clientes e Amigos da Habitante Verde. Antes de clicar no enviar, resolvi ligar para tirar dúvidas e conhecer um pouco mais o serviço. Fui muito bem atendido pelo Roberto, gerente responsável pela implantação do projeto e rapidamente ele me resumiu o processo fim-a-fim que conto aqui para os Habitantes Verdes:
Antes de contar, vale a pena lembrar que essa empresa e seus parceiros estão saindo na frente (bem na frente) da Lei de Resíduos Sólidos aprovada esse ano e, que ainda agoniza para ser regulamentada. Enfim, a turma da BHS optou por dar um passo adiante! O Programa de Descarte Consciente gerido pela BHS Brasil Health Service junto as redes de farmácias garante um dos principais pilares da Política Nacional de Resíduos Sólidos, ou seja, que a responsabilidade pela coleta dos resíduos deve ser compartilhada por toda cadeia produtiva: fabricantes, distribuidores e vendedores para o consumidor final. Dessa forma, o Programa de Descarte Consciente cria uma rota de logística reversa confortável e segura para os consumidores que frequentam as farmácias. Agora, além de adquirir novos produtos, irão poder levar até elas seus remédios vencidos e também aqueles que estão fora de uso.
Remédio é um resíduo que requer o máximo de cuidados, portando, seu descarte precisa acontecer através de um processo profissional e regulado. Por isso, o caminho de volta para farmácia irá garantir que o mesmo será retirado por empresa especializada e incinerado conforme as normas vigentes, minimizando impacto no meio ambiente. Principalmente, se a comparação for feita com o procedimento atual, muito bem demonstrado na foto que basicamente mostra – onde e como – estamos poluindo nosso rios, solos, mares e lençóis freáticos.
Segundo o Consultor de Gestão de Resíduos Sólidos, Mestre Alexandre Aguiar , meu Professor lá do MBA de Sustentabilidade da Mauá, os remédios são classificados como Resíduos do Grupo B, portando, altamente tóxicos e geridos por normas do CONAMA.
Lembre-se de guardar seus remédios vencidos e fora de uso num lugar seguro, inalcançável pelas crianças, levá-los até a farmácia mais próxima do seu caminho que esteja na lista do site e lá procurar por um dos profissionais que irá fornecer todas as orientações. Tudo isso te dará certeza que seu gesto cumpre as boas práticas de cidadão, com você e com o meio-ambiente!
Clica no portal do Programa e conheça a farmácia mais próxima de você! Em breve, outros endereços estarão completando e aumentado essa lista!
O destaque dessa invenção está na Estação ECOMED® , tecnologia onde os remédios serão coletados, obedecendo normas de segurança e controle. Mais sobre a Estação ECOMED® , clique aqui
Depois de chegar entre os 100 mais votados no Prêmio TopBlog 2010 , o Habitante Verde agora flutua entre os 30 primeiros dessa nova fase. Digo flutua, porque ele pode ficar entre os 30 ou não. Esse vai e vem, permanece até 10 de Novembro de 2010, onde votos do Júri Popular e Júri Acadêmico irão escolher os três mais votados. O Habitante Verde tinha duas metas: A primeira foi estar entre os 100 primeiros, conseguiu! A segunda é permanecer entres os 30 mais votados, ou seja, onde está agora, como indica o dinâmico placar dos TopBlogs 30 + votados.
Top 30 + votados
Para quem foi inventado em setembro de 2009, para contar a história de uma mudança de vida profissional para o segmento da sustentabilidade empresarial, o Habitante Verde pode ser considerado o estagiário da turma dos 30. Clique nos outros Blogs para saber com quem ele está compartilhando essa disputa:
Todos aí de cima são espaços informativos e educativos com foco na sustentabilidade ambiental e com suas lentes ampliadas para Empresas, Governo, ONGS e a Vida cotidiana das pessoas que estão se transformando em Habitantes Verdes; aliás, você pode votar neles também!
Quero agradecer a todos os amigos pessoais, amigos profissionais, amigos digitais, professores, alunos e funcionários dos cursos de MBA de Gestão Ambiental e Práticas de Sustentabilidade do Instituto Mauá de Tecnologia e do Curso de Gestão para o Baixo Carbono da Fundação Getúlio Vargas. Foram os votos e incentivos de vocês que trouxe o Habitante Verde até aqui!
Para fechar esse texto de comemoração e agradecimentos, vou aproveitar e pedir mais votos para vocês! Quem já votou, pode indicar para outra pessoa votar também! Basta clicar aqui :
O Relatório de Atividades do GVces, Centro de Estudos em Sustentabilidade da EAESP, mostra porque o seu time anda marcando vários gols no protagonismo do tema da sustentabilidade. A versão de 2009 oferece significativa inspiração e exemplo para que as demais Instituições de Ensino se motivem a construir essa competência dentro das suas administrações. Cada uma pode construir seu núcleo conforme sua cultura, maturidade e identidade. Dessa forma, irão acelerar sua contribuição e participação como entidades formadoras de opinião no cenário da sustentabilidade e de transformação cultural.
O Relatório destaca temas extremamente relevantes para sociedade, empresas e governo, todos desenvolvidos pelo time do GVces, com ajuda de Empresas Parceiras e Apoiadoras. Os principais tópicos do Relatório são:
- Desenvolvimento Local e Produção Sustentável;
- Sustentabilidade Empresarial e Global;
- Finanças Sustentáveis e Consumo Sustentável;
- Revista Página 22;
- Educação, Comunicação e Publicações;
- Sua Equipe, Parceiros e Apoiadores de 2009;
Compartilho com o time do GVces a sugestão de publicar no Relatório de 2010, informações que contem a pegada e a gestão dos recursos utilizados no dia-a-dia da Fundação Getúlio Vargas, em todos os seus Campos. Ou seja, compartilhar seu consumo de água, energia, inventário de GEE e gestão dos seus resíduos, como também seu plano de redução, otimização e educação do seu público interno.
Com isso, a frase ” Casa de ferreiro, espeto é de pau ” nunca irá se conectar com sua marca. Em outras palavras, todo esse conteúdo rico e inovador que está sendo produzido pelo GVces, poderá também ser aproveitado pela equipe de gestão ambiental da própria FGV, ampliando assim seu leque de contribuição para seus Stakeholders.
O Relatório na sua integra pode ser baixado nesse link, pois está disponível no site do GVces
Toda equipe do GVces está de parabéns pois são projetos de resultados mensuráveis e de benefícios de longo prazo.
A Revista Promo Insights é uma revista digital que oferece conteúdo sobre marketing promocional, tendências, pesquisas inéditas, dicas e artigos de especialistas. Seu público alvo compreende algo em torno de 100 mil profissionais como presidentes, diretores, gerentes e executivos de marketing, compras, comunicação, trade-marketing, recursos humanos, eventos, promoção e propaganda, das principais empresas e agências do país. A última edição, de número 14, pode ser lida na web, bastando clicar aqui
Esse número traz uma matéria da Jornalista Ana Luiza Panazzolo chamada Sustentabilidade Empresarial: Custo extra ou impulso nos negócios ?
Contando com a colaboração de Bernadete Ângelo de Almeida e minha, Ana conseguiu compartilhar com seus leitores um resumo do que significa a competência da sustentabilidade empresarial, através de um texto leve e informativo. Sem usar a terminologia do cotidiano dos profissionais da sustentabilidade como: ACV ( análise do ciclo de vida ), inventário de emissões de GEE, Relatórios GRI, etc , seu conteúdo simplifica o tema que mais cresce na agenda das empresas, governos e pessoas, estimulando que cada um passe a conhecer a sua pegada de energia, resíduos, água, terra e ar para em seguida desenvolver estratégias de como se relacionar com os recursos do meio ambiente.
Melhor do que ler minhas palavras, todas empolgadas com o tema e com a oportunidade de compartilhar o que estou aprendendo no MBA de Gestão Ambiental e Práticas de Sustentabilidade do Instituto Mauá de Tecnologia, é ler a reportagem inteira
O Guia do Greenpeace que informa o ranking dos principais fornecedores de equipamentos eletrônicos e seus compromissos com a sustentabilidade ambiental, permanece com a Fabricante Finlandesa de Celulares na liderança. A versão mais recente, de maio de 2010, pode ser visualizada clicando aqui. Esse guia pode orientar o consumidor verde ou aquele que está migrando de cinza para verde, oferecendo informações que precisam ser consideradas no processo de decisão de compra do seu novo equipamento. Além dos itens relacionados com preço, tamanho, acesso para redes internet, 3G e Wifi, aplicativos e assistência técnica, é imperativo que o aspecto da sustentabilidade ambiental de cada empresa, também faça parte da nossa decisão de compra. Em outras palavras, o consumidor precisa conhecer como a marca da sua escolha está se relacionando com os recursos da natureza e como pretende intensificar essa relação daqui para frente.
Descobri esse guia através de uma apresentação da própria Empresa, ministrada pelo Guilherme Koga no dia 10 de Junho por ocasião do Seminário Gestão de Resíduos e Pós-Consumo no Varejo da FGV. Além do guia, outras ações merecem destaque pelo resultado já obtido, bem como servem de comparação com a crescente onda de propagandas e publicidades na linha do greenwashing.
A Fabricante Finlandesa destacou ações já implementadas, como também seu compromisso de investir em pesquisas que promovam profundas análises no ciclo de vida de seus produtos. Dessa forma, poderá realizar uma transição para intensificar o uso de matéria-prima renovável sempre que possível, como também transformar o design, fazendo com que os equipamentos possam apresentar mais eficiência no momento de serem reciclados.
Das ações já implantadas, as embalagens foram reduzidas e ajustadas para abrigarem o celular, carregador, manual e acessórios de alguns modelos. Ou seja, além de reduzir o uso de papel, tinta e tudo que envolve o processo de produção de uma embalagem, não podemos esquecer que essa redução também implica no baixo consumo de combustíveis, pois o mesmo transporte, seja aéreo ou terrestre, está transportando mais equipamentos com o mesmo consumo. Não deve parar por aí! A Europa já determinou por Lei, que os carregadores deverão ser compatíveis com todos os modelos e fabricantes. Isso significa que você poderá trocar de celular, sem precisar de um novo carregador. Agora é torcer para que essa Lei chegue por aqui também.
Destaco o programa de reciclagem implantado pela Finlandesa, porque o mesmo foi concebido para oferecer retorno financeiro tangível e não apenas para ser usado em publicidade. Esse retorno irá acontecer em médio prazo, na medida que a Empresa possa comercializar todo o material nobre, ouro por exemplo, que é aproveitado no seu processo mundial de reciclagem, com objetivo de serem re-utilizados em novos equipamentos. Basicamente, a coleta começa nos postos de assistência técnica e de lá são enviados para Centros de Triagem. No vídeo que segue, você pode conhecer mais detalhes do processo fim-a-fim da reciclagem:
Creio que os próximos passos da Finlandesa, seja aumentar o volume de participação dos seus consumidores, pois esse volume irá trazer os resultados projetados no seu planejamento. Imagino que estejam procurando campanhas que possam mobilizar o incremento desses números na sua fonte, ou seja, nas pessoas que ainda não se sentem estimuladas em disponibilizar seu equipamento para reciclagem. Talvez fosse o caso de ampliar esse projeto com a participação das operadoras de celular e demais pontos de vendas, transformando a atitude do consumidor em algum tipo de bônus, quando do momento da entrega do seu equipamento usado. Seja na troca por um novo ou através de promoções na conta de utilização da linha. Nesse contexto, o Fabricante, a Operadora e o Consumidor irão dividir os ganhos econômicos tangíveis e intangíveis. Seguindo essa linha, Fabricante e Operadora automaticamente se enquadram na nova Política de Resíduos Sólidos que será aprovada em breve pelo Senado, onde basicamente as empresas serão responsabilizadas pelo correto e adequado descarte dos seus produtos.
Convido aos leitores para compartilharem sua sugestões de como a Finlandesa pode aumentar o volume dos equipamentos a serem considerados em relação ao atual programa de reciclagem. Essas idéias podem abranger a participação de outros protagonistas nesse cenário como: Operadoras do Serviço de Telefonia Celular , Pontos de Vendas e Consumidores e obviamente os Fabricantes.
Fabiano Facó é aluno do MBA em Gestão Ambiental e Práticas de Sustentabilidade no Instituto Mauá de Tecnologia e Gestão para o Baixo Carbono na Fundação Getulio Vargas. Atua no segmento da Sustentabilidade Corporativa.