Aos Colegas de Classe da UNIP !! Obrigadoooooooo !


Olha! Quero compensar algo que devia ter feito durante o discurso de Orador da nossa Turma de Marketing.

Sabe como é não é ? Ali na hora eu queria ter agradecido aos Humanos e Humanas da minha classe, mas quando me vi lá no púlpito não cumpri essa importante declaração!!

Quero agradecer aos meus colegas de classe pela ótima convivencia durante esses dois anos e, principalmente, terem me dado a oportunidade de exercer o personagem de representante de classe durante os três semestres, já que por forças pessoais, tive que passar o bastão ao nosso Geraldo no último período.
Fui o Vice do Gera !!

Gera: Obrigado por você ter tocado o último semestre nesse papel !!

Eu somente fui chamado para ser nosso Orador e, também, fui convidado pela Iara para representar todos os Alunos das demais turmas, graças a vocês !!

Entrei nessa faculdade com pouca motivação, mas, após ter assumido a posição de representante no lugar do Rodrigo, aos poucos fui me enchendo de ânimo, garra e determinação para aprender, trocar, relacionar, doar, enfim, tudo que precisa ser feito para se aproveitar de um curso superior. Esse gás adicional para montar nosso site, disponibilizar as matérias para todos, criar nossos espaços no Orkut, negociar com os Mestres e Coordenação os interesses da classe, buscar artigos para ajudar nas atividades complementares e, enfim, fiz tudo isso para vocês e para tentar retribuir a confiança que obtive de grande maioria.

Esse papel me motivou para escrever e publicar artigos nesse espaço que, também me ajudaram com minhas atividades complementares. Devo tudo isso a vocês!

Cabe aqui um agradecimento especial ao nosso colega Marcos “Nando Reis” Bernardo que, há bastante tempo buscava todo incentivo do mundo para que eu pudesse cursar minha faculdade lá na UNIP. Como um grande amigo pessoal, ele cumpriu bem seu personagem de Amigo-Irmão.

Torço para que ele ache o momento dele e, possa se dar de presente essa experiência de universitário até o final!

O melhor de tudo isso é que tive de um grande maioria muito apoio e crítica nesse período. Para quase todas as iniciativas e tomadas de posições coletivas, sempre tive especial atenção do Geraldo, Erica, Simony, Paloma, Andreza, Regina, Lydia, Elitania, enfim, outros e outros que buscavam contribuir para o melhor para todos da turma.

Enfim, me diverti bastante com vocês e tenho certeza que essa função foi fundamental para ter chegado ao fim do curso com as metas cumpridas!

Agora cada um segue seu caminho!Aos poucos irão fazer por merecer o que aprenderam e, irão colher frutos desse esforço após essas noites de 2007 e 2008.

Ao longo desses anos fomos muitos, assim, quero compartilhar essa mensagem com todos e dizer que podem cotar comigo daqui pra frente !!

Um Abraço e Um Beijo em TODOS !!!

Aos Mestres da UNIP – Obrigado !


Tal como no cinema, os nomes estão por ordem de aparição, ou seja, por cada semestre, desde 2007 até 2008, na medida que eles foram adentrando a Sala de Aula:

Iara Yamamoto

Maurici Damasceno

Alex Ferrari

Airton Rovaron

Wesley Paixão

João Galdino

Ana Lúcia Menezes

Márcia Bronsert

Débora Melo

Daniela Borba

Elizabeth Barone

Ítalo Amauri Gallo

Henrique Cláudio

José Bauer

Agnaldo Vieira

Wagner Luiz

Jorge Emílio

Marco Antonio Silva

Irinéia Franco

Eliana Salles

Alessandro Rodrigues

Evandro Noro

2007 e 2008 foram dois anos que passaram muito rapidamente e agora chegou o momento de AGRADECER!

Concluir uma faculdade aos 45 anos de idade foi um enorme desafio de motivação, reflexão, dedicação e alguma dose de bom humor! Assim, graças à contribuição e doação de vocês, nossos Mestres, consegui atingir minha meta.

Tanto no personagem de aluno como de representante de classe, quero muito agradecer a troca de experiências com todos vocês e, principalmente, as portas sempre abertas para dialogarmos sobre os interesses comuns dos colegas de classe, conciliando com a missão dos Mestres de ministrar o programa de aulas de cada semestre. No papel de representante, tive de todos vocês, sempre, um interesse positivo e um diálogo franco para buscarmos o melhor para todos: Alunos, Professores e Coordenação da UNIP.

Espero ter sido um facilitador para vocês, pois fui representante de classe em 1980, quando fiz minha última oitava série e, agora, novamente, tive a oportunidade de colaborar novamente com esse papel,porém, bem diferente daquele menino!!.

Como aluno, tenho a convicção que o ato de aprender é uma responsabilidade 100% de cada um, portanto, tenham a certeza que tirei de vocês o melhor de cada Mestre e que todos cumpriram sua missão de transmitir e ensinar o conteúdo das suas aulas, lembrando também, que vocês trouxeram para sala de aula, suas experiências de vida profissional e pessoal. Elas também se somaram ao conteúdo acadêmico de cada disciplina. Todos foram MESTRES!

Cabe um especial obrigado para nossa Coordenadora Iara Yamamoto que, com enorme paciência oriental contida em seu DNA, sempre esteve disponível para ouvir as “ reflexões “ da turma através do Facó, como também, sempre nos aconselhou para buscarmos os melhores caminhos e atalhos dentro da UNIP.

Termino meu curso com o dever de casa cumprido. Com ele, ficou o tesão de seguir com um MBA para continuar aprendendo nos próximos anos. Não terminei minha faculdade de Telecomunicações aos 20 e não tive motivação para ter feito aos 30. Não poderia imaginar que iria viver essa experiência aos 40 e que, ainda por cima e por baixo, ficaria com esse gosto de “quero mais” !

Guardo comigo boas lembranças dessa convivência com todos os Humanos – Mestres e Colegas de Sala. Contém comigo no que precisarem. Desejo a todos os meus Mestres, muito sucesso e equilíbrio nos seus personagens profissional e pessoal e, principalmente, muita energia e perseverança no exercício da profissão de Professor.

Discurso de Oradores da turma, homenageando os Mestres, feito de improviso com o Gera que formou uma dupla de representante comigo:

Abraços, Fabiano Facó
Aluno do Curso Superior – Tecnólogo de Gestão de Marketing – UNIP – 2007 ~ 2008

Sou um só


‘ Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa. E, por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso.’

‘ O que eu faço, é uma gota no meio de um oceano. Mas sem ela, o oceano será menor.’

Por Madre Teresa de Calcutá

Já havia lido esse texto outras vezes, porém, dessa vez, ele inspirou uma cobrança e uma reflexão voltada para o lado do fazer, do agir e do colher resultados.
Tirei o texto de um dos avisos que recebo da equipe de gestão do condomínio onde moro e, resolvi começar com ele uma lista de ações.

Enquanto os banqueiros do primeiro mundo brincam de Banco Imobiliário na economia Globalizada e, para corrigir os rumos, novamente, a população é convocada para consertar os resultados dessa brincadeira. Cabe lembrar que essa mesma sociedade escolhe os Governos e conseqüentemente seus métodos de monitorar e legislar esses procedimentos. Portanto, nada mais justo que a mesma sofra as conseqüências dessas escolhas. Também, enquanto não criamos a Globalização dos Continentes, hoje inauguro a nossa lista de pequenas contribuições para o uso racional dos recursos da Terra. Muitas delas partiram da simples adesão em relação as ações do meu condomínio. Vamos até elas :

- 1 – Instalação do dispositivo Dual Flux em todas as nossas 5 (cinco) bacias sanitárias(REDUZIR)

Esse dispositivo regula a quantidade de água utilizada conforme a necessidade de despejar dejetos líquidos (menos água) ou dejetos sólidos (mais água). O mesmo procedimento está gerando economia tangível nas despesas de água do condomínio, bem como ganhos intangíveis pois todos os dispositivos foram instalados com “ajuda” das crianças, para que pudessem assimilar a importância do gesto e, principalmente, porque eles irão colher os frutos lá na frente.

- 2 – Instalação de relógios nos banheiros (REDUZIR)

A idéia aqui é ajudar a controlar o tempo de mais ou menos entre 5 (cinco) até 8 (oito) minutos para deixar a torneira aberta e poder tomar um bom banho ao mesmo tempo que se faz racional o uso da água.

- 3 – Não receber mais os saquinhos plásticos de super mercado e/ou lojas(RECUSAR)

Esses saquinhos são muito difíceis de serem decompostos e, como conseqüência disso, altamente poluentes. Basta você substituir por sacolas de uso continuo ou levar com você e no seu carro, sacolas de pano.

- 4 – Montar blocos com as folhas que sobram das impressões(REUTILIZAR)

Primeiro, devemos evitar ao máximo fazer uso da impressão. Porém, sendo necessário, ficar atento aos papeis que sobram para deles montarmos blocos que sirvam de rascunho para uso no dia-a-dia.

- 5 – Coleta de Óleo de Cozinha Usado(RECICLAR)

Levando em conta que 1 (hum) litro de óleo de cozinha usado pode: contaminar algo em torno 10.000 (dez mil) litros de água limpa, ficar preso no encanamento (causando entupimentos nas tubulações e, se vazar para o solo, pode impermeabiliza-lo e aumentar a possibilidade de enchentes), nos rios e represas fica na superfície (impedindo a entrada da luz solar). Assim, através de outra iniciativa do condomínio, começamos a não mais despejar o óleo usado pela pia e sim, colocando numa garrafa tipo PET, daquelas mais fortes e firmes como usadas com leite, amaciante e água sanitária e que também possuem tampas mais confiáveis e gargalos mais largos, que evitam o uso do funil. Vamos encher um litro de cada vez e colocar nos locais apropriados no condomínio.

No momento de descartar seu litro de óleo, de preferência de fazê-lo com a participação das crianças, para, de novo, mostrar que os benefícios serão colhidos por elas e eles.

– 6 – Substituir as pilhas normais por pilhas recarregáveis(REUTILIZAR)

Compartilho 3 motivos para refletirmos sobre essa mudança de hábito, onde você pode optar pela razão, pela economia financeira ou pela sua consciência.

Lembrando também que, com tantos aparelhos eletrônicos em nossas casas, carros, bolsas, oportunidades não irão faltar para você praticar esse novo hábito:

  • Economia:
  • No princípio e no fim das contas elas são muito mais baratas! Quando a carga da pilha comum chega ao fim, seu dinheiro vai para o lixo junto com a pilha. Com as pilhas recarregáveis você pode promover novas recargas e seguir usando. A maioria das pilhas recarregáveis disponíveis hoje no mercado já anunciam um tempo de vida de 1.000 recargas. Faça suas contas e use seu dinheiro de forma inteligente!

  • Razão:
  • As pilhas recarregáveis duram muito mais! As antigas pilhas comuns foram desenvolvidas para equipamentos que consomem energia lentamente, o que não é o caso dos equipamentos eletrônicos mais modernos, como câmeras digitais e alguns GPSs. Já as pilhas recarregáveis foram desenvolvidas com estas necessidades em mente e conseguem armazenar muito mais energia para operar por mais tempo. Por exemplo, dependendo das condições de uso, a carga de uma pilha recarregável pode durar de 2 a 4 vezes mais que uma pilha alcalina comum. Isso significa que se sua câmera digital tira 20 fotos com uma pilha comum, com a pilha recarregável você pode tirar de 40 a 80 fotos!

  • Consciência:
  • É uma atitude eco-sustentável! As pilhas, sejam elas recarregáveis ou comuns são fabricadas com elementos químicos nocivos à natureza e, por isso, não devem ser jogadas fora e sim recicladas. Como vimos acima, uma pilha recarregável pode durar 2 ou 4 vezes mais que uma pilha comum. Se considerarmos pilhas recarregáveis com capacidade anunciada de 1.000 recargas, veremos que uma única pilha recarregável equivale a até 4.000 pilhas comuns. Ou seja, o uso de uma única pilha recarregável trás benefícios equivalentes à reciclagem de milhares de pilhas comuns!

    Concluindo, não podemos esquecer que Pilhas recarregáveis ou comuns contêm elementos químicos nocivos à natureza e, quando uma pilha não é descartada adequadamente, esses elementos químicos irão vazar e contaminar o solo, nascentes d’água e diminuir a vida útil do Planeta Terra.

    Hoje em dia você pode descartar suas pilhas em bancos, shoppings, loja de celulares, de equipamento eletrônicos, farmácias e outros locais. Basta procurar.

    Se mesmo assim, na sua localidade não há locais que saibam como descartar pilhas, procure entrar em contato com a sua Secretaria de Meio-Ambiente da Prefeitura para obter mais informações ou vai no Google que você acha por lá também.

    – 7 – Substituir toda correspondência de papel por eletrônica (RECUSAR)

    Creio que a maioria deve receber em suas casas pilhas e pilhas de cartas, promoções, propagandas dos seus fornecedores e também de empresas que você nunca ouviu falar ou nunca teve nenhum tipo de relacionamento. Algumas dessas correspondências você não chega nem a abrir e vai direto para o lixo.

    Aos poucos, procure enviar um email para o remetente ou fazer uma ligação telefonica solicitando que essa correspondência não mais seja enviada para sua residencia ou até mesmo seu escritório e que você possa receber todas elas no seu e-mail. Com isso você irá promover uma enorme contribuição para redução do lixo e também redução dos custos dessas Empresas com impressão de material em papel. Caso essa Empresa continue com o procedimento de envio de papel, devolva para os Correios.

    – 8 – Reeducação Alimentar (REPENSAR & RECUSAR)

    Aqui me deparo com um belo exemplo relacionado com um ditado ou provérbio tão antigo quanto verdadeiro: Nós só aprendemos, na grande maioria das vezes, através do sofrimento! Simples assim ?
    Em Julho de 2008, no auge dos seus 85 anos, vividos com ótima saúde física, mental e espiritual, minha Mãe e de meus irmãos, nos trouxe a surpresa e uma visceral noticia de um câncer de cérebro! Desse dia em diante, tive que, além de sofrer, estudar para poder conversar e me relacionar com os médicos. Nesse período li três vezes o livro – Anticâncer – Prevenir e Vencer usando nossas defesas naturais de David Servan – . Além de ter lido ainda pude dar de presente para alguns Seres Amados, como também, deixei sem querer, próximo de outros Seres Amados que eu sabia que iriam ter resistência para ler.
    Até para dois dos médicos que tiveram com ela, eu dei de presente!
    Sim! Porque médicos entendem de doenças, remédios e tratamentos e não de sáude alimentar. Não é culpa deles, pois não estudam nutricionismo na faculdade.

    Desse livro e de outras leituras, tomei a decisão de cuidar e me comprometer mais com minha alimentação, dos meus filhos, da minha mulher, enfim, da minha casa.

    Adotei assim, o hábito de adquirir e consumir produtos orgânicos!

    Junto com ele, também tive a consciência que somente irei ajudar os amigos através do meu exemplo e não dizendo para comerem isso ou aquilo. Fato: Todos nós temos o livre arbítrio, consciente ou inconsciente, responsável ou irresponsável de saber o que iremos ou não inserir na nossa rotina alimentar!

    Com 2 filhos lindos e deliciosos, preciso acreditar que haverá tempo hábil de desacelerarmos o já avançado processo de destruição do Planeta ( água, energia, terra e habitantes ). Assim, se estamos reciclando, reduzindo, reinventando e reutilizando os recursos não renováveis, porque não trazer esse conceito para nossa rotina alimentar, para nossas escolhas quando em frente aos cardápios ou quando estamos pilotando nossos carrinhos de supermercado.

    – 9 – Adquirir livros em Sebo (REUTILIZAR)

    Na semana que passou, a Escola do meu filho nos enviou um aviso via papel (sim, não chegou através de um email) indicando que um novo livro seria usado para os próximos meses para sua leitura e práticas de exercícos em sala e, nesse mesmo aviso (via papel e não por email) indicava a opção de comprar esse mesmo livro, novo, por R$ 20,00. Aproveitei essa oportunidade de contar para o meu pequeno sobre a existência dos Sebos e que nós dois teríamos a oportunidade de praticar o R de REUTILIZAR! Ele comprou a idéia e juntos navegamos pela http://www.estantevirtual.com.br/ e encontramos muitas opções para o mesmo livro indicado pela Escola! Fechamos com a Loja/Sebo Cidade dos Versos por R$ 10,00 (preço do livro e frete) e o livro chegou no prazo prometido e com a qualidade indicada no momento da compra! Agora deixo que cada um faça o cálculo dessa transação! Foi apenas a mera e simples economia de R$ 10,00 ou um gesto visando esse novo mundo que não resiste ao consumo desenfreado ? Qual o valor do gesto se muita gente ressusssitassem os Sebos ? Menos livros seriam re-impressos ? As grandes editoras iriam baixar seu preços ?

    – 10 – Desligar todos os equipamentos que ficam na função “stand-by ” (REDUZIR & REPENSAR)

    Hoje em dia, ao lado de uma TV tem sempre um vídeo-cassete, um home-theater, um gravador de dvd e outros equipamentos e, todos eles tem algo em comum, além de serem responsáveis pela grande parte do nosso entretenimento ( em alguns casos, embotamento), todos funcionam com a função stand-by! Sim, falo daquela luz vermelhinha que, ao comando do controle-remoto, liga e desliga ao nosso bel prazer. Fácil né? Pois é, levando em conta que o mar não está para elefantes e que energia é um bem que se torna escasso e caro, convoco a todos para usarem essa função de forma equilibrada! Aqui em casa, instalamos réguas de tomadas com botão liga-desliga e, durante a noite, durante passeios longos longos durante o dia, desligamos as réguas de tomadas e com isso os equipamentos deixam de consumir energia! Não vale ser essa dica, somente contando com a energia que você vai economizar na sua casa. Sua conta deve considerar o fato que a grande maioria dos Humanos possam adotar esse hábito. Essa conta sim, faz um sentido econômico! Só você usando a função de stand-by de forma consciente, você terá pouca economia financeira mas um ganho significativo na educação dos seus filhos!

    – 11 – Substituição das lâmpadas tradicionais por lâmpadas fluorescentes compactas (REDUZIR & REPENSAR)

    As lâmpadas fluorescentes compactas consomem até 80% menos energia do que lâmpadas elétricas convencionais. Cada lâmpada fluorescente compacta que você utiliza, permite reduzir emissões de CO2 em até 0,5 ton (durante toda a sua vida útil)! Ou seja, além de economizar na conta da sua Operadora de Energia Elétrica, você ainda participa do combate ao efeito estufa. Nesse mês conseguimos substituir 100% das lâmpadas em nosso lar! Isso significa que você pode manter sua lâmpada comum onde ela está, porém, no dia que ela não funcionar mais, troque por uma lâmpada fluorescente!

    Até ao João de Deus eu fui


    Nos últimos dias vivi uma experiência da qual sempre tive vontade e curiosidade, porém, nunca necessidade. Dessa vez, tomei a iniciativa pela necessidade de procurar por todas as alternativas existentes no mundo, para promover alguma melhora para minha adorada e admirada Mãe Maria da Penha.

    Desde o dia 15 de Julho de 2008, quando nossa Mãe recebeu o diagnóstico da hipótese do tumor Glioblastoma Multiforme Grau 4, tenho me dedicado a estudar, pesquisar, conversar, me consultar com Neurologistas, Oncologistas e Homeopatas e de todos escuto que as chances são mínimas, considerando o quadro que envolve a idade da Maria da Penha, 85 anos, posição do tumor e tamanho do tumor. Por que Hipótese ? Porque só teremos a certeza se for realizada uma cirurgia para realização do exame de biópsia.

    Como não preciso guardar essa dor dentro de mim, falo e converso normalmente com as pessoas sobre o tumor da Maria da Penha, como também não me privo de chorar quando a emoção supera a razão. É bom, alivia e não tem contra indicação. Como estou estudando Marketing, resolvi também divulgar e promover esse meu momento com os amigos e também nos espaços de relacionamento na internet. Assim, um amigo ficou sabendo e comentou comigo sobre o Médium João de Deus.

    Para quem foi educado na religião católica (até primeira comunhão eu fiz), para quem já leu pouco sobre as demais religiões: Budismo, Espiritismo, Hinduísmo e outras tantas e, para quem fez quase a metade do curso de pós-graduação em parapsicologia, ter ido até o João de Deus foi um grande desafio.

    Pela ótica da Parapsicologia, não existe incorporação de espíritos e não existem curas e cirurgias espirituais. Para medicina dos orgãos, também não existe.

    Sabendo de tudo isso, mesmo assim, fui até o João de Deus.

    Saí de São Paulo, com um casal de amigos que já tinham ido lá e uma amiga deles. Chegamos em Abadiânia na quinta-feira, dia 18 de noite. Demos entrada no Hotel, lanchamos ao lado dele e fomos dormir cedo. Dormi nada ou quase nada e, durante a noite, orei, meditei e mentalizei sempre em prol da saúde da Maria da Penha e também me preparei para conhecer e vivenciar essa experiencia no sentido de observar, perceber e captar, sem investigar e sem julgar.

    Na sexta pela manhã chegamos bem cedo na Casa de Dom Inácio de Loyola e pegamos uma senha referente as pessoas que estavam indo pela primeira vez ou segunda vez. Por volta das 08:30 nos sentamos numa das salas, onde varios Brasileiros e Estrangeiros já estavam acomodados, todos vestidos de branco, já orando, meditando e mentalizando. Uma Mulher fez uma palestra, explicando o lugar, dando ênfase para que todos mantivessem seus tratamentos com seus respectivos médicos e que o tratamento espiritual não iria conflituar com o tratamento que estivesse ocorrendo fora dali e, vice-versa. Indicou também que ali não era local dessa ou daquela religião e que todos poderiam rezar suas próprias orações.

    Ao final ela informa que o João de Deus já havia incorporado uma das suas entidades e que as filas iriam se formar para estar com ele.

    Fomos para fila.

    Da sala que estávamos, passamos em fila para uma outra e, dessa outra chegamos até ele um por um. Na minha vez, eu estava com o retrato da minha Maria da Penha e pedi pela sua cura e pela sua melhora. Ele me olhou nos olhos e me disse que voltasse na parte da tarde.

    Dali fomos almoçar. Continuei no propósito de observar, perceber as sensações, perceber as pessoas que lá estavam em cadeiras de rodas, com suas enfermidades e com suas buscas e pessoas que estavam pedindo por outras pessoas.

    Voltamos para mesma sala inicial e a mesma palestra foi repetida. No final, ela nos disse que o Médium iria estar conosco naquela sala. João de Deus adentrou, se apresentou, contou um pouco de sua história, frisou que não cura ninguém e quem cura é Deus. Incorporou Dr. Augusto de Almeida, fez duas cirurgias na frente de todos – vários filmes estão disponíveis no Youtube. Em seguida, deu alguns passos e derrepente se dirigiu a mim dizendo:

    - Filho entra para a sala de operação. Eu gosto muito de você. Você era para estar recebendo energia. Vai para a nossa corrente. Não sei o que você está fazendo aqui fora. Pode entrar para minha sala de operação. (essa cena está gravada em vídeo)

    Tranquilamente me dirigi para uma sala onde várias outras pessoas estavam orando e mentalizando seus pedidos.

    Nesse momento rezei, orei, meditei e mentalizei tudo que podia em prol da Maria da Penha, da sua cura, da sua melhora, do seu não sofrimento. Pedi pelas pessoas que estão cuidando dela, pedi forças e fé aos meus irmãos e sobrinhos, para minha família e amigos, as enfermeiras, os médicos, enfim, por todos. Agradeci a força e ajuda que venho recebendo das pessoas e todo amor e cuidado quem tem sido canalizado para ela. Pedi que esse tumor fosse retirado da cabeça dela e colocado na minha, não por altruísmo e sim, porque aos 45 anos eu poderia ser operado, tratado com radioterapia e quimioterapia e curado. Assim eu seguiria em frente já que amo minha vida, meus filhos, minha mulher, minha família e meus amigos. Foi um momento muito intenso, sereno, calmo. Estava agarrado com uma camisa que ela havia vestido com a foto do Khym. Passei todos esses minutos abraçado com ela, lá no quarto dela em Petrópolis.
    Não dá para expressar em palavras tudo que vivenciei nesse hora.

    Pensei bastante nas pessoas da nossa família que já se transformaram em energia: Meu Pai Eddie, Minha Avó Nenem, Vô Pedro, Vô Solon, Vó Branca, Tio Mozart, Haroldo, Tia Dayse, Tio Airton, Tio Gataz, Tio Ivani, Tia Gely, Tia Iva, Tio Zuca, Tia Jalva, Tio Clóvis, Tio Renato e tanta gente que se foi. Sabemos que é um processo natural da nossa vida e que nos momentos de transição temos tanta dor e dificuldade de lidar.

    Dali, depois de um bom tempo, todos foram para uma varanda. Lá, um dos membros da equipe do João de Deus se dirigiu para tirar nossas dúvidas e receitar um remédio feito a base de passiflora para ser tomado pelos pacientes.

    Fui comprar o remédio na própria farmácia que existe dentro do Lar e dali fui encontrar meu grupo. Soube então, que a fila das pessoas que ele havia solicitado o retorno na parte da tarde, já havia se formado. Assim, fui para a fila. Passei de novo pelas salas onde várias pessoas meditavam e oravam e, chegando minha vez, mostrei a foto da minha linda Mãe Maria da Penha, a foto do seu tumor e pedi por ela. Ele pegou a foto do tumor das minhas mãos e me disse que iria cuidar dela.

    Dali me retirei e voltamos para São Paulo.

    Mesmo com a minha quase formação em parapsicologia, meu pragmatismo e racionalismo intenso, não sinto nesse momento que tenha sido inútil minha ida até lá.Principalmente, porque tudo que tenho buscado até aqui tem sido em prol dela.

    Quero agradecer o apoio, o carinho, as palavras de incentivo que recebi da família e dos amigos que nessa sexta-feira dedicaram alguns dos seus minutos em prol da minha Mãe. Nenhum deles me julgou se eu deveria ou não ter ido até lá. Todos simplesmente deram a maior força para minha Mãe Maria da Penha.

    Não que eu não acredite em religião, pois segundo o Dalai Lama, a melhor religião é aquela que te faz melhor. É aquela que te faz crescer, que alimenta sua fé é que te faz melhor perante aos outros. É que eu acredito em Espiritualidade, na força do pensamento e dos gestos. As religiões apenas tentam nos lembrar que precisamos reconhecer nosso espirito ou nossa alma como parte do nosso organismo e como os demais, devemos tratar dele também.

    Aqui não vou julgar o João de Deus, se incorpora ou se não incorpora, se cura ou se não cura, se eu deveria ou não ter ido lá, se naquele local estavam ou não espíritos vibrando e agindo conosco. Fomos acostumados até aqui em acreditar naquilo que podemos ver e tocar, naquilo que podemos medir. Nosso orgão chamado Espirito ou Alma, ainda não pode ser medido ou tocado. Se nós continuarmos a existir nesse planeta, ou nos mudarmos para outro (caso esse não sobreviva em relação ao que fazemos com ele), com certeza, um dia, esse orgão será medido e tocado.

    A luta continua e vamos continuar buscando o melhor para ela.

    Meu Abraço em todos que estão cuidando da Maria da Penha

    Desenvolvimento Sustentável: Identidade Brasileira e Desenvolvimento


    Espaço UNIP – Desenvolvimento Sustentável: Identidade Brasileira e Desenvolvimento

    A idéia desse artigo é desenvolver uma reflexão sobre o filme apresentado no dia 2 de Setembro, chamado Encontros e Desencontros e Invenção do Brasil, com base nos pensamentos e idéias de Darcy Ribeiro.

    Nosso Darcy já explorou com muita sabedoria esse período do processo de invenção do Brasil, onde três distintas características de pessoas, são elas os Índios Brasileiros, os Negros Africanos e os Brancos Europeus se encontraram, se misturaram, se procriaram e, desses encontros e misturas de DNA, de culturas, de corpos e de almas, deram seqüência ao povo Brasileiro existente nos dias atuais.

    Parte daqui a minha reflexão, onde minha intuição provocou uma comparação sobre essa mistura de pessoas que fecundou o Brasileiro versus uma visão mundial, onde os demais povos demonstram, até hoje, uma capacidade enorme de não conviver com as diferenças, de se não harmonizarem entre si e com isso, de não conviverem pacificamente.

    Se o texto do filme nos toca com a utopia dessa mistura, com essa mesma utopia me levo a imaginar que a equação complexa que fecundou o Brasileiro, não poderia ser o caminho para união dos povos nos demais Continentes visando o objetivo de refletir sobre o modelo Capitalista que está gerando as enormes e irreversíveis conseqüências relacionadas com a equivocada distribuição de renda, a disparidade dos acordos comercias entre as nações ricas, as que estão em desenvolvimento e as que estão em processo de extinção, vide exemplos de países e cidades no Continente Africano, que estão solapadas pela fome de alimento, fome de saúde, fome de dignidade e outras fomes.

    Obviamente, como conseqüência dessa quebra de paradigma do Capitalismo para outro modelo que tivesse como ambição uma maior distribuição de renda, teria como conseqüência natural um plano efetivo e diretamente relacionado com as rápidas e contundentes ações que possam gerar indicadores que o Planeta Terra poderá sobreviver ao seu principal inimigo, os Homens e Mulheres.

    Talvez fosse o caso de investigar sobre as diversas óticas, sejam elas culturais, biológicas, antropológicas, históricas, enfim, todas as formas de estudos para se poder montar essa equação e poder aplicá-la em prol da Humanidade. Assim, toda verba destinada as guerras seriam de imediato direcionadas para um projeto de sobrevivência das Nações em extinção e, também, todas as riquezas excessivas, também direcionadas para um projeto mundial onde iria visar a tentativa de ainda ser possível o Salvamento da Terra.

    A grande pergunta está na nossa capacidade de usar nossas faculdades que nos diferem dos nossos outros companheiros e vizinhos como os Leões, Elefantes e Tartarugas e de fato mostrar que a faculdade espiritual conquistada pelos Homens e Mulheres possa ser manifestada nesse momento crucial da nossa existência.

    Fabiano Facó
    São Paulo, 9 de Setembro de 2008.
    Texto para Aula de Desenvolvimento Sustentável – Professora Irinéia Franco.

    S L M – Antes e Agora


    As empresas de tecnologia já fizeram seu papel quando transformaram seu negócio de hardware para serviços.
    Hoje, estamos acompanhando as empresas de telecomunicações que seguem o mesmo caminho: transformando suas tradicionais ofertas de telefonia e circuitos, também em serviços. Se juntas, caminham para se tornarem empresas TIC – Tecnologia da Informação e Comunicação.

    Essas transformações acontecem num momento onde a customização de serviços e de soluções, cada vez mais se tornam um diferencial, tanto na oferta para empresas como também na segmentação dos consumidores. Ou seja, cada vez mais estão altamente direcionadas e individualizadas.

    Entendido esses momentos recentes, fica fácil assimilar por que o SLM era algo cujas atenções eram mínimas. Nessa transição de empresas de hardware e telefonia para serviços, os primeiros contratos e respectivas soluções ainda tiveram que passar por um árduo processo de aprendizado tanto por parte dos Provedores como dos Clientes.

    Agora, hoje em dia, isso vem mudando acentuadamente dos dois lados:

    No lado do Cliente, ele aprendeu e acumulou experiência suficiente para entender que sua estratégia de sucesso deve considerar o Outsourcing de TI e Telecomunicações para preencher suas necessidades de negócios. Ele já teve sua experiência na contratação desses serviços e, no momento da renovação do seu contrato atual, já considera procedimentos como RFI, RFP e metodologias de gestão de contratação e gestão de contratos como fatores a serem considerados na hora de decidir se faz essa renovação ou se opta por outro Provedor.

    Olhando pelo lado do Provedor, podemos dizer que o aprendizado ocorreu na mesma proporção. Desde aspectos de re-engenharia organizacional, com foco em Serviços, nas transformações de suas métricas de SLO (Service Level Objective) em métricas de SLA (Service Level Agreement), enfim, podemos citar inúmeras situações. Uma delas é considerar que os resultados de determinados contratos geridos pelo SLM, já podem ser associadas ás regras que determinam o perfil de remuneração variável de sua organização. Como exemplo, podemos considerar que os indicadores de pesquisa de satisfação de Clientes, podem e devem exercer uma importante influência na composição da remuneração variável dos executivos ligados diretamente á qualidade da Prestação de Serviços.

    Agora chegou o momento de o Cliente e o Provedor investirem na importância de considerar o SLM – Service Level Management como uma disciplina mandatória como fator de sucesso desses contratos e estratégias de avaliação de seus Provedores.
    Antes de refletirmos sobre o SLM, estamos assumindo que existe por parte de ambos, Cliente e Provedor, um esforço anterior para identificar uma significativa cumplicidade entre as Empresas. O Provedor deve entender bastante sobre processos, cultura, rotinas e funcionamento do Cliente. Deve se dedicar á conhecer os Consumidores e Mercado desse Cliente. Somente assim, a Solução do Provedor terá o nível de customização pretendido por esse Cliente e, os indicadores de SLA irão refletir o resultado desse entendimento.

    Vividas essas duas etapas, chegamos ao SLM. O SLM será responsável por gerenciar as métricas, de forma automatizada e profissional, considerando ferramentas, processos e metodologias pré-acordas e, com isso, fornecerá informações que irão determinar se o contrato está sendo respeitado por ambas as partes, se os indicadores de desempenho realizados estão em linha com os indicadores pretendidos, se o contrato está gerando penalidades excessivas. Enfim, o SLM irá tangibilizar em números as expectativas em relação ao serviço contratado.
    O SLM demonstra compromisso com Governança Corporativa entre as Empresas e, para tal deve se tornar uma disciplina mandatória e indispensável nos contratos de Outsourcing e/ou Prestação de Serviços Gerenciados. Pode também, ser inserido nas estratégias de remuneração de executivos nas Empresas, influindo positivamente nos aspectos de bonificação variável conforme metas atingidas em contratos regidos por SLM.

    SLM não é uma simples ferramenta de operações e de gestão de performance.Se bem implementada, torna-se um indicador financeiro dos seus objetivos estratégicos e um forte aliado na imagem de um Provedor que agrega valor ao negócios do seu Cliente.

    O Cliente que exige o SLM e o Provedor que fornece SLM, estão dando exemplos de maturidade no segmento da Prestação de Serviços.

    Abraços, Fabiano Facó

    Os Quatro S


    Primeiro, vamos relembrar rapidamente as letras P, C e A, fundamentais para administração do marketing tradicional uma vez que, de certa forma, já estão aplicadas no dia-a-dia das Empresas, além de estarem também muito bem divulgadas por diversos livros, gurus e toda literatura em geral.

    Com base nos conceitos principais do marketing, temos as quatro letras P representando os seguintes aspectos estratégicos:

    P de Produto, onde tudo começa, onde algo é criado, adaptado para satisfazer necessidades e vontades dos Clientes e das Empresas.

    P de Preço, com o qual se cumpre a missão de valorar o produto, de cobrir seus custos e de buscar a rentabilidade desejada.

    P de Promoção, onde vamos escolher as vitrines, os caminhos e locais que irão divulgar nosso produto.

    P de Praça, onde de fato iremos fazer chegar as mãos dos Clientes e Empresas o nosso produto.

    Depois dos 4 P’s, foram adicionadas as quatro letras C, que podemos representar como:

    C do Cliente, no qual devemos concentrar toda nossa atenção, pois serão eles que irão de fato consolidar o sucesso de um Produto, de uma Empresa e de um Mercado.

    C de Custo, fundamental para garantir a lucratividade do produto. Está se tornando tão importante que algumas Empresas oferecem bônus e variáveis para novas vendas, assim como também oferecem benefícios semelhantes para os profissionais que reduzem seus custos.

    C de Conveniência, na qual devemos concentrar atenção em buscar as praças que sejam de alcance e interesse do nosso público alvo. Temos que ir até o Cliente e não ele até nós.

    C de Comunicação, Sempre falar a língua do cliente, no seu idioma, no seu tempo, buscando sempre adequar que nossa mensagem esteja sendo bem assimilada.Aqui não vale terceirizar para o Cliente a responsabilidade em entender seu Serviço.Esse esforço deve ser seu.

    Agora as quatro letras A:

    A de Análise, identificar e organizar as informações necessárias para um processo de tomada de decisão, equilibrando aqui um pouco de intuição com razão e, se antecipando na percepção de novas oportunidades, tendências e ameaças, agindo sempre, sempre pró-ativamente e não reativamente.

    A de Adaptação, os hábitos e necessidades mudam, se transformam no seu tempo, na sua lógica, portanto, os produtos precisam ser concebidos não de forma rígida e sim sabendo, que um dia eles terão que ser modificados, ajustados e adaptados.

    A de Ativação, feita a revalidação do produto, com base nas informações obtidas pelas pesquisas, feita também a re-engenharia necessária para melhor adequar às necessidades de mercado, temos que ativar e garantir que as mudanças sejam realizadas com sucesso.

    A de Avaliação, é onde os profissionais de marketing precisam estar constantemente e incansavelmente buscando a contínua melhoria dos indicadores do seu produto e tomando as ações necessárias.

    Chegou o momento das quatro letras S:

    Produtos tangíveis nunca deixarão de existir, porém, se tornaram commodities e só terão valor se forem associados diretamente a uma forte estratégia de serviços e uma enorme atenção e qualidade no pós-venda.

    Empresas saíram das trevas e das ruínas, porque concentraram sua estratégia em Serviços. Vivi intensamente a virada histórica da IBM, que se tornou uma referência nesse tema, pois deixou de ser uma empresa de equipamentos, de caixas e de computadores para se tornar líder na área de Serviços no seu segmento.

    Outro exemplo, e muito bom, são das Empresas de Telecomunicações, que outrora eram Empresas de Telefonia e agora estão a passos largos para ser tornarem Empresas TIC (  Tecnologia da Informação e Comunicação ). De novo, Serviços operando profundas transformações nessas Empresas.

    S de Serviços, Onde o marketing deve se concentrar para que eles se moldem conforme necessidades dos Clientes. Já que são considerados intagíveis, que pelos menos possam ser mensuráveis e com isso, se possam estabelecer o que chamamos de nível de serviço. Podemos citar aqui incontáveis exemplos de como é possível mensurar serviços: prazos de entrega, prazos mínimos para ser atendido pelos Calls Centers, que hoje deixaram de atender os Clientes e estão causando transtornos psicológicos e jocosos pois conseguem na sua maioria fazer o contrário, ou seja, não atendem, apenas desatendem. Poderíamos esticar esse tema e comentar os importantes investimentos em treinamento que as Empresas estão realizando para adequar a atitude e comportamento dos seus profissionais quando em contato com seus Clientes, etc. O mais importante aqui é caminhar para quebra do paradigma que Serviços podem e devem ser mensuráveis.Ler um bom artigo sobre S.L.A  ( Service Level Agreement ) pode enriquecer bastante essa conclusão.

    S de Satisfação, Assumindo que o Serviço pode ser mensurado, nada melhor que poder mensurar também a satisfação do seu Cliente ou do seu Público através de pesquisas quantitativas e qualitativas e, que não pare por ai. É importante que esses números estejam muito bem correlacionados com os bônus, os salários variáveis e a participação nos lucros para que o Cliente Satisfeito não seja uma tentativa e sim uma meta a ser atingida por todos.

    S de Sustentabilidade, que esse Serviço tenha suas características intrinsicamentes ligadas a todas as políticas e procedimentos relacionados com a sustentabilidade do planeta, do seu segmento e também da Empresa a qual ele esta sendo prestado. Ele precisa preencher a necessidade daquele momento, mas também estar atento ao futuro, ampliando sua gama de funções.

    S de Socialização Global, Se o Serviço foi criado e customizado aos moldes do Cliente, se ele pode ser mensurável , se esses números poderão ser comparados com a satisfação desse Cliente e se esse serviço se preocupará com a sustentabilidade, cabe agora que ele seja inserido e adaptável a todos os Continentes e as mais variáveis culturas que irão influenciar na sua contratação e percepção.

    Fica aqui uma reflexão para que o mundo acadêmico possa ampliar a crescente, a enorme e irreversível importância no sentido de conceituar, delimitar e colocar em discussão tudo que esteja relacionado com Serviços. O próximo capítulo desse tema, quem sabe, seria aprofundar a discussão de cada um dos S.

    Ao seu Serviço,

    Fabiano Facó

    Ciscando com a CISCO


    Hoje minha irmã, que muito pouco conhece desse mundo de TI e teleComunicações, que já está sendo conhecido pela sigla TIC, me ligou perguntando qual impacto na internet dela com relação às noticias recentes sobre a participação da CISCO por suposto envolvimento nas fraudes com procedimentos de importação dos equipamentos.

    Fiquei surpreso com a pergunta dela e com isso aumentei a minha percepção do quanto, nós, os profissionais desse mercado, devemos sair em defesa da marca CISCO, deixando clara a sua importância na história da internet, na qualidade dos seus equipamentos e, principalmente pelos profissionais que lá estão e que serão responsáveis por mostrar ao mercado que a CISCO em muito breve estará virando essa página.

    Alguém saberia listar o tamanho da dependência da internet mundial em relação aos equipamentos da CISCO? Dependência aqui está descrita no bom sentido da palavra.

    Quantas Empresas estão hoje e, melhor, vão continuar contando com os equipamentos da CISCO para garantir as comunicações e transações dos seus negócios?

    Enfim, os equipamentos, os serviços e principalmente os profissionais da CISCO devem ser preservados nesse momento para que a continuidade dos negócios com seus Clientes, Fornecedores, Governo e Concorrentes sejam conduzidos em paralelo as investigações que irão seguir seu curso normal.

    Eles mesmos devem olhar para as suas carreiras e se sentirem orgulhosos de onde estão, porque, cá entre nós, é um belo desafio profissional e pessoal poder passar por essa experiência, que, literalmente nos tira de qualquer zona de conforto e também testa ao extremo nossas habilidades de relacionamento interpessoal. Tudo isso no tocante ao clima organizacional entre os profissionais da CISCO e, principalmente junto aos seus Clientes e Fornecedores.

    Em breve um nome será escolhido para nova função de Presidente da CISCO, com um ilibado (sempre quis escrever essa palavra, pelo seu significado quase utópico) currículo profissional e pessoal.

    Pessoal, sim, porque seu histórico profissional deverá trazer um forte componente de ética, bom relacionamento com o Governo, respeito pelos funcionários e, de preferência, aproveitar esse momento para de vez, transformar a CISCO, ainda uma empresa que depende da sua renda nos seus produtos de “caixa “ numa Empresa com forte ênfase em Serviços.

    Tal qual o caminho seguido pelas minhas queridas IBM e AT&T.

    Agora vou ligar para minha irmã para deixá-la tranqüila que sua internet vai continuar funcionando.

    Também, daqui de longe, vou observar as oportunidades de negócios que irão surgir em conseqüência desse capítulo; head hunters, concorrentes, agências de comunicação e publicidade, escritórios de advocacia e assessoria jurídica, artigos, reportagens, enfim, tudo isso que vai nos mostrar que a vida continua e, que os envolvidos diretamente ou indiretamente com esse capítulo poderão fazer as suas escolhas do que aprender ou não com esse episódio.

    Tenho certeza que o time da CISCO do Brasil irá transformar esse momento em apenas um “ cisco no olho ” da sua história e que, em breve, estará “ ciscando ” novamente na mídia com boas notícias !

    Um abraço aos Amigos da CISCO

    O Papel dos Mestres


    Peguei esse título emprestado do livro “ Caminhos no mundo da cozinha, escrito pelo Chef Laurent Suaudeau “, para a série: Cartas a um jovem chef. Percebi uma atitude muita digna e educada do meu sogro, que dedicou um capítulo inteiro do seu livro para falar dos seus Mestres. Não somente para agradecê-los, mas, principalmente para contar o que ele absorveu e as experiências que vivenciou com cada um deles. Esses ensinamentos, aliados a sua dedicação e dom natural, o ajudaram a se tornar o profissional de sucesso, reconhecido no Brasil e no Mundo,
    considerado uma referência no seu ramo de atuação e também Mestre de outros tantos que já trabalharam e trabalham com ele.

    O Papel do Mestre é o nome do terceiro capítulo desse livro que pode ser lido tanto pelas pessoas que curtem a alta gastronomia como também liderança.

    Antes mesmo de terminá-lo, eu parei e, em questão de poucos minutos, os meus ex-chefes passaram com suas fisionomias, vozes, estilos, olhares, enfim, de tudo um pouco que eu guardei como lembrança de cada um na minha mente.

    Nossa ! Além do muito, mas muito que aprendi para uso no meu personagem profissional e também para uso no meu personagem de vida pessoal, tenho infinitas passagens engraçadas e emblemáticas.

    Nessa parada, onde os nomes de todos vieram à minha mente, eu logo em seguida peguei uma caneta e papel e escrevi os nomes dos meus Mestres:

    Izaltino Luciano dos Santos
    Augusto Thadeu Nogueira Florenzano
    Carlos Alberto Sanche
    Luis Roberto Bacelette
    Eduardo Camargo
    Gualter Leal Ferreira Junior
    José Francisco Nunes
    José Carlos Mascarenhas Grise
    Alexandre Oliveira
    César Emilio Dias Marinho
    Eduardo José Bandeira de Melo Jóia
    Américo Mello da Silva
    Wilson Issamu Harada
    Carlos Henrique Safini
    Álvaro Marques
    Nilo Rogério Barros
    Sergio Martins
    Egle Menezes
    Alexandre Baltar
    Dario José Noronha

    Da turma lá de cima do Continente:

    Rich Mueller
    Steve Poupos
    Walter Bona
    David González
    Robert Handall

    Tenho bastante convicção de que não esqueci de nenhum, porém, fico aqui pensando e, se um nome for lembrado, eu volto aqui e coloco-o na lista. E peço desculpas, óbvio!

    Do primeiro, me marcou a devoção dele pela IBM. De tanto ouvir suas histórias recheadas de muito orgulho, naquela pequena sala no Centro, notei que além do conhecimento técnico que eu ainda estava adquirindo na Escola Técnica, tinha muita coisa pela frente. Palavras como atitude e compromisso se misturavam com uma enorme sopa de letrinhas por dentro das histórias dele que já enriqueciam meu estágio.

    Era uma sexta-feira e um deles me mandou fazer uma instalação, no final de semana, de um circuito que iria mudar de endereço e todos os técnicos seniores já tinham ido embora. Facó vai você. Chefe, mas eu nunca fiz uma instalação dessas, e não tenho toda a experiência para resolver imprevistos. Você vai assim mesmo, porque eu sei que você não tem toda essa experiência, porém vai ter atitude necessária para pedir ajuda se for o caso. A frase escrita e lida assim, não diz muita coisa certo? O diferencial foi a forma como ele me olhou, o tom firme e felizmente na segunda-feira a Agencia estava funcionando sem problemas.

    Um desses senhores que eu comentei aí em cima, só gostava de usar a minha mala de ferramentas porque tinha sempre todos os equipamentos bem guardados e testados. Mas bem que ele poderia ter evitado me roubar uma paquera numa dessas viagens a trabalho…

    Apesar de fazer uso intenso de notebook, palmtop, celular, smartphone e todos esses devices, até hoje vou para as reuniões com todos eles, claro, mas ainda levo um caderno para anotações. De novo, um hábito adquirido de um dos Mestres.

    Desse outro aqui, conto agora duas lembranças, mas temos muitas. Foi quando ele não me deixou ir para o Citibank trabalhar com o nosso querido Caratori, que não está mais no mundo dos humanos. Eu atuava como assistente técnico e queria, por que queria e merecia, a promoção para analista de teleprocessamento. Graças a ele fiquei. Anos se passaram, nos tornamos pares, tivemos um grave embate na sala dele, mas, ainda bem que depois pedi desculpas porque me excedi.(Ele também!)

    Já me sentei no chão no canto da sala de um deles e me calei, porque não encontrava uma solução para um problema ou projeto que estávamos discutindo. Sempre quando nos encontramos, lembramos dessa cena.

    Falo e divulgo o MU. Divulgo porque falo com tanta naturalidade que as pessoas, aquelas que não se envergonham, me perguntam o que é MU. Apenas digo que aprendi com um ex-chefe que MU é uma expressão oriental quando algo não acontece.

    Esse que me ensinou o MU, me chamou uma sexta-feira na sala dele e me disse que havia sido demitido. Surtei ! Nunca havia passado por um momento como esse.
    Esse dia deve ter sido muito sofrido para ele e, eu sofri por ele. Porém, filei o último cigarro dele e, aos 27 anos eu fumei meu último cigarro e disse, do nada, que nunca mais iria fumar. E, de fato, nunca mais fumei.

    Um deles me chamou na sala porque soube que um documento com conteúdo não profissional foi endereçado a mim por uma colega. Preparei-me para ser demitido ou receber uma carta de advertência. Errei e, ainda bem. Recebi uma aula de compreensão, uma aula de toques e cuidados, tudo isso com bom humor e muita serenidade.

    Outro, para falar a verdade não foi um chefe formal, porque as Empresas estavam se paquerando, ainda naquele vai, não vai, mas ele sabe que eu o adotei durante meu período mais zen no Rio de Janeiro. Dessa época comecei a tomar gosto por coordenação, interação com as pessoas e lampejos de liderança. Até porque, foi ele que pediu para eu ficar por ali uns quatro meses, prazo imaginado para a gente juntar aqueles redes. Fiquei um ano e quatro meses.

    O interesse despertado pela coordenação foi percebido por outro Chefe, que também foi pupilo desse anterior. Esse, definitivamente me tirou da área técnica e me levou para gerenciar projetos.

    Hoje lembrei bastante de um deles, pois foi o primeiro a me aconselhar a fazer uma faculdade. Lembrei porque passei no primeiro semestre da faculdade que resolvi fazer agora.

    Como eu já confessei para ele, vou escrever aqui. Cheguei a pedir para não me reportar direto porque não me sentia à altura do cargo que estava. Ele até concordou e me tirou debaixo dele, mas me manteve no cargo e, hoje, essa passagem me marcou, porque terminei com ele os degraus da carreira técnica e pulei para a carreira executiva.

    Era uma reunião num parceiro. Hoje eu não me reconheço em relação à forma que me comportei nessa tal reunião. Prefiro lembrar da paciência e serenidade que ele teve comigo nesse dia. Eu poderia ter me permitido uma “bela queimada” na minha carreira. Ganhei uma encostada estratégica e pude dar a volta por cima.

    De outro, guardo uma metáfora que usou na sala dele comigo e, quando saí de lá fui tratar com minha psicoterapeuta e depois cursos de programação de neurolinguística:
    Facó, no dia-a-dia, você sempre está alerta e atuando pró – ativamente nos problemas e nas melhorias; porém, quando outras áreas e pessoas estão envolvidas, você consegue visualizar o problema e, melhor, tem a experiência e conhecimento para contribuir na solução, mas, a forma contundente como você se comunica, parece que está jogando uma pedra que bate num espelho e quebra as conexões pessoais. Quebrar as conexões, não adianta nada para o seu conhecimento. Pense nisso e faça suas escolhas.

    Minha primeira designação gerencial!
    Tinha que ser com um Ser diferente desses todos.
    Teve bastante paciência e me mostrou a importância de processos bem definidos e da incessante busca por reduções de custo. Dessa experiência colhi muitos frutos três anos depois.

    No livro do Laurent, ele conta a mudança de Paris para o Rio de Janeiro. Aqui eu conto a mudança de Botafogo para o Brooklin. Aquele projeto iria transformar aquela empresa, iria terminar aquele vai-não-vai, mas, eu era o único que iria ficar em Botafogo. Estava morando sozinho, apaixonado e feliz porque iria participar daquele projeto. Essa definição perdurou por três meses. Uma semana antes de o projeto começar ele me liga numa sexta e diz: Você precisa estar preparado para uma entrevista na segunda-feira, porque você vai morar em São Paulo. Fiquei sem palavras, dores de estomago por todo o sábado e domingo. Acabou o Fantástico, eu liguei pra ele e me concentrei na seguinte frase: Cara se você está na dúvida, guarda ela para você, vai à entrevista, diga sua enorme vontade de estar no Projeto, não diga nada sobre mudar de Cidades e venha. Estando aqui (ele estava em São Paulo) você vai poder saber como é. Sabendo como é, você poderá escolher e comparar. Feito isso, poderá decidir se fica ou se volta.Fui à entrevista e lá se vão 15 anos de São Paulo.

    Ainda bem que foi em Florianópolis, degustando ostras e tomando um vinho. Nesse dia ele me elogiou e disse que eu cumpri o que prometi numa reunião quando estava sendo sondado para uma posição de diretoria. Trabalhamos por muitos anos e foi um que sempre exigiu e exigiu. Nunca me deixou na zona de conforto.

    Já foi uma delícia escrever essas lembranças e, com certeza outras virão.

    Vocês aí de cima, seja por vontade própria ou porque “seu chefe mandou”, tivemos as nossas passagens juntos. Por tudo isso, quero dizer o meu MUITO OBRIGADO por tudo que eu consegui aprender dessa convivência.

    Espero que Khym e Chyara possam encontrar pessoas como vocês em seus caminhos e, melhor ainda, que consigam também absorver o que cada um tem de melhor. Eu consegui!

    Abraços, Fabiano Facó

    10 passos para o SLM ou um Salto direto para o SLM


    Nesses últimos meses andei pesquisando e ouvindo bastante como as Empresas Integradoras ou Provedoras (ou será que já podemos chamá-las de Empresas TIC?) estão estruturadas para atuar na disciplina de SLM no que diz respeito a contratos com seus Clientes.

    Foi exatamente a partir dessa percepção que resolvi usar esse título nada criativo, porém, informativo. Por quê? Vamos aos porquês!

    - Muitas delas ainda não praticam a disciplina de SLM em seus Contratos, sejam eles de Outsourcing ou Serviços Gerenciados. Em alguns casos, mesmo havendo o compromisso contratual em prática-lo.

    - Muitas chamam o SLO de SLA e vice-versa.

    - Muitas delas que já o praticam, executam-no ainda de forma bastante manual, demandando enorme esforço de profissionais e o uso de ferramentas que ainda não se relacionam corretamente entre si. Ou seja, podemos dizer, de forma artesanal.

    Aqui está o momento que explica o título: a falta do uso de uma ferramenta específica para uma das principais disciplinas desse contrato, o SLM, causa uma demora em média de uns 10 dias para sua conclusão.

    Durante esses dias equipes de profissionais se utilizam de planilhas eletrônicas e dados de diferentes ferramentas, para montar o cenário de SLM daquele contrato, daquele mês, daquele respectivo Cliente.

    Enfim, vou me desculpar aqui, mas não vou contar os 10 passos e dias que levam para se concluir aquele SLM, pois não estaria dando nenhuma contribuição. Podemos sim, dar um salto para compartilhar os benefícios de uma Gestão de SLM, onde os profissionais estariam envolvidos somente na análise dos resultados e na criação de um plano de ação, ou seja, pensando e gerando valor.

    Essa tarefa deve e pode ser delegada para uma ferramenta apropriada, moldada ao seu negócio, que interaja com as demais ferramentas de gerenciamento da sua Empresa. Essa mesma ferramenta estaria executando a função de garimpar as informações necessárias, executando as devidas correlações e entregando, de forma executiva, uma fotografia comparando o que consta no contrato versus o que foi realizado pela sua área de Operações. Ou seja, se o SLA foi ou não atendido.

    Você Cliente, pergunte ao seu provedor como ele está cuidando do seu SLA. Antes, esteja preparado para ouvir a resposta, porque se o seu Provedor não está lhe entregando um SLM, que administra as informações para saber se o SLA foi ou não atendido, com a devida automação, você deve estar preparado para lhe pedir isso.

    Cabe lembrarmos que “O que não é medido, não é gerenciado“, portanto vamos direcionar o foco e olhar para o SLM como uma disciplina de negócio e não meramente como uma ferramenta técnica.

    No SLM sabemos se estamos entregando aquilo que assinamos no contrato com nossos Clientes. Também, no SLM, sabemos se estamos pagando multas excessivas que podem comprometer a lucratividade do nosso contrato e, principalmente a nossa relação de longo prazo com esse Cliente.

    Abraços, Fabiano Facó

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