Os ecopontos estão cumprindo sua função socioambiental ?


Os ecopontos da cidade de Rio Claro são iniciativas públicas que visam a dar uma destinação final ecologicamente correta aos resíduos neles descartados. Segundo o folheto da prefeitura, são aceitos, nesses locais, pequenos volumes de resíduos da construção civil, resíduos eletrônicos, móveis velhos, resíduos da linha branca, papelão, papel, plásticos, vidros e metais, pneus e lâmpadas fluorescentes por munícipes.

                Considerando-se os apelos ambientais da atualidade, bem como a recente aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305), é importante que o governo articule mecanismos eficazes em prol da promoção da sustentabilidade e consciência ambiental. Cabe a ele prover estímulo à ecoeficiência e ser modelo para todos os agentes envolvidos na responsabilidade compartilhada pelos resíduos sólidos.

                Como integrante do Parlamento Jovem 2011 e pesquisadora júnior em gestão ambiental, venho acompanhando a situação dos três primeiros ecopontos públicos de Rio Claro desde o ano passado: o do Cervezão, o do São Miguel e o do Jardim São Paulo. A infraestrutura e operacionalização dessas iniciativas vêm sendo melhoradas pela Sepladema, mas isso nem sempre basta para garantir destinação final ambientalmente adequada aos resíduos neles descartados.

                Dentre as condições observadas nos três locais que mais contradizem seu suposto caráter “ecologicamente correto” destaca-se a disposição sem critério técnico adequado de lâmpadas fluorescentes, ao ar livre, nas proximidades de resíduos de grande porte. Não raro, lâmpadas quebradas foram observadas nesses locais, apresentando riscos à comunidade, devido à liberação de gás de mercúrio. Além disso, a falta de especificação quanto à tipologia dos resíduos que podem ser descartados resulta numa disposição caótica dos demais resíduos nas caçambas, misturados com podas de árvores e resíduos orgânicos.

As pilhas e baterias descartadas nos ecopontos, consideradas resíduos perigosos, acabam indo parar no aterro sanitário da cidade, em desacordo com as medidas preconizadas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos. Essa prática inadequada também contradiz a Resolução 401 do Conama, pois desconsidera a toxicologia e periculosidade desses resíduos que resultam em riscos para a saúde pública.

            Em duas visitas nos últimos 10 meses aos ecopontos, foi possível observar “sem tetos” utilizando estas instalações como abrigo, convivendo em meio a resíduos de todo tipo, sem a menor noção dos riscos.

Imagens do Ecoponto Texto Maira

Imagens do Ecoponto Texto Maira

            Aproveitando que acabamos de passar por novo processo eleitoral, com novos mandatos de Prefeitos e Vereadores, é importante chamar a atenção para o problema levantando as seguintes questões:

(1) Os ecopontos estão cumprindo sua função socioambiental?

(2) Os recursos investidos em suas construções, da ordem de cem mil reais cada, foram bem empregados?

Cabe à população rioclarense refletir sobre essas questões e ficar atenta para que “desacertos políticos” como este não se repitam na nova gestão que se descortina.

Maira Rubini Ruiz é aluna do 2º ano do Ensino Médio do Colégio Koelle. Bolsista de Iniciação Científica Júnior do CNPq em 2011 e 2012 e pesquisadora júnior em gestão ambiental. Membro do Parlamento Jovem 2012 e finalista da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), Genius Olympiad e Mostratec no ano de 2012. Para interagir com Maira, você pode acessar seu facebook https://www.facebook.com/mairarruiz ou email para mairarruiz@hotmail.com

Maira Ruiz

Maira Ruiz

Reflexões sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos


Como a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº. 12.305) foi sancionada em 2 de agosto de 2010, os programas e projetos relacionados à sua fase inicial de implementação ainda estão se delineando, propiciando apenas reflexões sobre alguns tópicos da matéria (BRASIL, 2010a). Ela demorou 21 anos para ser discutida e aprovada no Congresso, o que demonstra as dificuldades que precedem o processo de implementação, ou seja, a da aprovação de uma lei em nosso país. Com base nisso, dá para imaginar os desafios que estão por vir em função dos múltiplos interesses que ela direta ou indiretamente afetará.

Apenas para dar uma ideia do potencial de perda de divisas que a demora na regulamentação de uma lei como esta representou, estudo recente realizado pelo Instituto de Pesquisas Econômicas (IPEA) indicou que o potencial de reciclagem do Brasil é de R$ 8,5 bilhões / ano. Ou seja, esta é a soma que o país perde anualmente por não aproveitar o potencial de gestão adequada dos resíduos sólidos (TEIXEIRA, 2011).

Um tópico relevante é a logística reversa, instrumento econômico e social que prevê a restituição de resíduos sólidos a seus geradores, prescindindo a geração de rejeitos. A PNRS introduziu a responsabilidade compartilhada entre os atores da cadeia produtiva de bens manufaturados, fabricantes, distribuidores, comerciantes, consumidores e titulares de serviços públicos de limpeza urbana responsáveis pelo ciclo de vida dos produtos.  Ela visa dividir as responsabilidades entre a sociedade, o poder público e a iniciativa privada.

A logística reversa já era praticada em alguns segmentos industriais antes da promulgação da PNRS, como por exemplo, no caso dos eletroeletrônicos e pneus em função da existência de resoluções específicas do Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA) que versam sobre esses resíduos. Induzidas pelo próprio mercado, algumas práticas de logística reversa e reciclagem também ocorriam nos segmentos de embalagens de bebidas em alumínio e de papel, papelão e cartonados, em função dos preços de mercado atrativos pagos aos catadores e recicladores.

A logística reversa para a reciclagem ou remanufatura dos resíduos da indústria eletroeletrônica (particularmente de pilhas e baterias) também já existia antes da PNRS, porém, a sua condução nem sempre foi bem coordenada entre os atores da cadeia e as práticas pouco difundidas na sociedade. Essa dinâmica limitada levou a um alcance pequeno das práticas de logística reversa de tais produtos quando comparados com a geração de resíduos. A pesquisa Ciclosoft do Compromisso Empresarial para Reciclagem (2010) mostra que apenas 12% da população brasileira é servida por programas de coleta seletiva, que é uma das bases para a logística reversa da fração seca do lixo. Embora a reciclagem de diversos materiais tenha apresentado avanços nos últimos dez anos, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais  (2011), o alumínio é absoluta exceção com um índice de reciclagem de 98%. Isto ilustra a forte influência do componente econômico na reciclagem.

Aitiyel (2001) destaca que a aderência de iniciativas de reciclagem e remanufatura de resíduos eletroeletrônicos nos setores empresariais, na maioria das vezes, é motivada pelo marketing verde que, ao caracterizar a empresa como “ambientalmente responsável”, acentua a ostentação desta imagem. Em geral, trata-se de iniciativas localizadas e pontuais, sem respaldo de ações educativas ao público em geral, com resultados difíceis de serem analisados quanto à sua real efetividade.

Há expectativas de que a PNRS venha no sentido de fortalecer e difundir essas práticas, tanto nas esferas públicas como privadas (RUIZ; TEIXEIRA, 2010). A quantificação dos resultados dessas práticas, por exemplo, permitirá estabelecer alguns indicadores de desempenho a essas iniciativas, propiciando a difusão de informações atreladas a ações de educação ambiental.

Se analisada sob a ótica dos resíduos industriais, a política em questão fará uso de ferramentas da ecologia industrial (avaliação de ciclo de vida; logística reversa; redução, reciclagem, reuso e remanufatura, e ecodesign) como instrumentos de gestão pública. Esta abordagem é inovadora e poderá proporcionar um grande avanço na gestão de resíduos no país (RUIZ; TEIXEIRA, 2010).

A abordagem da gestão e do gerenciamento de resíduos vem aos poucos saindo do controle no descarte para o controle durante todo o ciclo de vida, vislumbrando a não geração de resíduos e a qualidade ambiental dos processos, bem como a oferta de produtos sustentáveis. Contudo, para fechar este ciclo, é necessário além da abordagem técnica, estratégias de cunho econômico, social e político. Esses campos foram reconhecidos pela PNRS dentro do conceito de gerenciamento integrado dos resíduos.

Dentro da esfera social convém ressaltar, a intrincada e particular relação que ocorre no Brasil entre resíduos, responsabilidade e inserção social, aspecto importante a ser considerado. Como exemplo, pode-se citar o caso das embalagens de alumínio, fonte de renda para inúmeros catadores, pessoas geralmente marginalizadas do mercado de trabalho formal.

Além disso, a instituição dos acordos setoriais para definição do detalhamento das regras e metas da logística reversa pressupõe uma articulação política dos setores produtivos para interagir com o setor público. Somente com uma interação construtiva entre os setores, os acordos poderão ser construídos.

Por outro lado, a Política focou seus instrumentos a partir da geração dos resíduos, faltando uma integração com políticas de desenvolvimento e política industrial para fins de incentivar produtos ecologicamente amigáveis. Nesse sentido, espera-se que os instrumentos da política venham exercer pressão progressiva quanto às exigências e os cuidados com os produtos no fim de sua vida útil, incluindo a logística reversa. Espera-se também que o aumento desta pressão possa levar as indústrias a avançar na adoção de tecnologias limpas em seus processos produtivos.

Nesta análise preliminar é importante considerar que o desenvolvimento econômico brasileiro aconteceu de forma não uniforme entre os diversos estados e entre municípios. A distribuição geográfica das diversas atividades econômica no país criou diferentes níveis de cultura relacionados com a gestão de resíduos. É, portanto, fundamental compreender os diferentes níveis de desenvolvimento existentes em âmbito regional para que a PNRS possa ser implementada considerando uma perspectiva de sustentabilidade realista para cada região. Por exemplo, poderia a logística reversa ser tratada da mesma maneira nas regiões metropolitanas e na Amazônia? Certamente não.

A gestão integrada dos resíduos sólidos, preconizada pela política, já vinha sendo adotada em alguns municípios e setores industriais antes mesmo da sua promulgação, embora na maioria dos casos com alcance bastante limitado. O que se espera a partir de agora é que a sua adoção possa seja ampliada para a gestão das cadeias produtivas nos diversos elos de uma mesma cadeia produtiva e na intersecção entre cadeias distintas. Neste caso, é ilustrativo a reutilização, reuso e reciclagem de embalagens de alumínio e PETs dentre uma diversidade de outros produtos. A efetividade desse aspecto da política pode depender, entre outros fatores, da capacidade dos gestores de elaborar planos que considerem a possibilidade de aproveitamento dos produtos recicláveis e a destinação adequada em aterros daqueles que ainda não são passíveis de aproveitamento no contexto atual.

As iniciativas de gestão integrada já são práticas disseminadas em países da comunidade européia, como na Alemanha, e também no Japão. No Brasil, a coleta, transporte e disposição de vários resíduos perigosos (Classe I) já são objeto de regulação específica (por exemplo: resoluções CONAMA nº 257, nº 258 e nº 264), porém, nem todos os estados dispõem de mecanismos de comando e controle para que a gestão de todo este processo seja feita de forma eficiente (BRASIL, 1999a; 1999b; 2000). Além disso, nem todos os estados já elaboraram seus inventários de resíduos sólidos industriais no contexto do inventário nacional deflagrado há pelo menos uma década (Resolução CONAMA nº 313) (BRASIL, 2002). Ressalte-se que os resultados de tal inventário não vêm sendo divulgados, embora uma série de tipos de indústrias seja obrigada a relatar anualmente as quantidades de resíduos geradas, por tipo, e a sua destinação.

No Brasil as inovações em gestão por parte das empresas, via utilização de avaliação de ciclo de vida, ecodesign, reciclagem etc. são ainda tímidas, pois estão na esfera das grandes empresas e corporações localizadas principalmente no eixo Sul – Sudeste. Em suma, como “situação – problema”, a realidade atual da gestão dos resíduos sólidos no país, em nível de cadeias produtivas geradoras de resíduos industriais (muitos destes perigosos à saúde humana e ao meio ambiente), ainda prescinde de uma gestão integrada. Esta gestão deve enfocar aspectos técnicos, econômicos, sociais e ambientais, que, por sua vez, demandam uma abordagem que desça ao nível dos elos das cadeias produtivas, por meio da utilização de conceitos e ferramentas de gestão como avaliação de ciclo de vida, reciclagem, reuso, ecodesign, dentre outros (RUIZ; TEIXEIRA, 2010).

Neste contexto, é importante lembrar que a lei em questão, terá interrelação com vários outros diplomas legais, quais sejam: a Lei nº 11.107/2005 – Lei dos Consórcios Públicos e seu Decreto regulamentador; a Lei nº 11.445/2007 – Lei do Saneamento Básico; a Lei nº 9.433/1997 – Lei que instituiu a Política Nacional de Recursos Hídricos; a Lei nº 6.938/1981 – Política Nacional de Meio Ambiente; a Lei nº  9.795/1999 – Política Nacional de Educação Ambiental; a Lei nº 10.257/2001 – Estatuto das Cidades, e a  Lei 12.187/09 – Política Nacional sobre Mudança do Clima; bem como resoluções CONAMA pertinentes ao tema. Por outro lado, o texto final não faz nenhuma menção às políticas tecnológica e industrial vigentes no país. Em face deste quadro, pode-se dizer que a implementação dos princípios e objetivos da PNRS certamente não será tarefa fácil, pois demandará interação entre governantes e uma ampla gama de atores sociais num horizonte de anos.

Acrescente-se a isso, as diferenças culturais que têm efeito na forma como as pessoas abordam a problemática dos resíduos em nível regional. Destaque-se também a necessidade de se construir todo um aprendizado no nível de cadeias produtivas, para que as ferramentas de gestão preconizadas pela lei possam ser utilizadas de forma efetiva e eficiente.

Outro desafio que se apresenta é o do controle social, inserido na PNRS como um dos instrumentos. No entanto, este instrumento foi citado poucas vezes ao longo do seu texto e, portanto, sua articulação com outros instrumentos e a possibilidade de cobrança pela sociedade por tal participação, a partir de propostas objetivas, torna-se mais difícil.

Ainda no que se refere aos aspectos sociais da PNRS, merece destaque o caso dos catadores de papel, papelão e cartonados. São várias as iniciativas de cooperativas de catadores de recicláveis que se expandiram nas grandes cidades nos últimos anos. Merece destaque a Coopamare – Cooperativa de Catadores Autônomos de Papel, Papelão, Aparas e Materiais Recicláveis, de São Paulo, e a Asmare – Associação de Catadores do Papel, Papelão e Material Reciclável, de Belo Horizonte, ambas com apoio das prefeituras municipais. Várias cooperativas e associações de catadores estão se organizando em rede para ampliar e organizar práticas de economia solidária, com vistas a fortalecer a vida dos catadores e de suas famílias. É o caso, por exemplo, da Rede Cata Sampa, que congrega quinze dessas organizações.

Segundo Teixeira (2011), em Belo Horizonte, se os catadores de rua fossem excluídos do processo de reciclagem, a prefeitura precisaria contratar 40% mais garis. Destaque-se que o diálogo e a parceria entre os atores envolvidos neste processo são fundamentais para assegurar que a implementação da lei encampe práticas pré-existentes à sua regulamentação e, desta forma, cumpra seu papel social de forma sustentável.

Neste contexto, é importante mencionar que uma das últimas ações do governo Lula foi a instituição do Programa Pró-Catador, com a finalidade de integrar e articular as ações do Governo Federal voltadas ao apoio e ao fomento à organização produtiva dos catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis, à melhoria das condições de trabalho, à ampliação das oportunidades de inclusão social e econômica e à expansão da coleta seletiva de resíduos sólidos, da reutilização e da reciclagem por meio da atuação desse segmento segundo o Decreto nº 7.405 (BRASIL, 2010b).

Tendo em vista as diversas oportunidades que a presente política traz para a melhoria na gestão dos resíduos sólidos no país, o Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana no Estado de São Paulo (SELUR) e a Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública (ABLP), com o suporte técnico da PwC, desenvolveu o Guia de Orientação para Adequação dos Municípios à Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Este guia tem o objetivo de orientar os gestores municipais a atender às exigências da Política, apresentando os possíveis caminhos para implantação de soluções na forma de prestação de serviço, fundamentadas em sustentabilidade técnica e financeira de longo prazo e na respectiva adequação legislativa. Essa obrigação também se apresenta como grande oportunidade de promover avanços nas áreas de Conscientização Social, Cidadania e Educação Ambiental, além de possibilitar a atração de investimentos no município (SINDICATO DAS EMPRESAS DE LIMPEZA URBANA NO ESTADO DE SÃO PAULO, 2011).

Nesta linha, o Ministério do Meio Ambiente (MMA) está elaborando manuais para a orientação de estados e municípios na construção dos Planos de Gestão de Resíduos Sólidos, condição necessária para acesso aos recursos da União ou aos que serão por ela controlados. A Frente Nacional dos Prefeitos também vem participando das discussões relativas à construção desses planos.

Nesses manuais, nota-se um claro incentivo à participação da população na elaboração dos planos estaduais, regionais e municipais de gestão dos resíduos. Acredita-se que se houver estimulo à participação, serão criadas instâncias de controle do que for acordado entre as partes.

Finalmente, cabe destacar uma iniciativa recente voltada à reciclagem e reutilização de resíduos da indústria eletroeletrônica que está sendo consubstanciada na proposição de projeto de lei sobre o e-lixo na Cidade de Rio Claro (Ruiz, 2011). A repercussão positiva em nível municipal e entre colegas acadêmicos foi o principal motivador da elaboração deste artigo. Esta iniciativa partiu de uma aluna do Ensino Médio do Colégio Koelle, em projeto desenvolvido como monografia para a décima edição da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE) que foi realizada em março de 2012. Isso mostra que a gestão de resíduos sólidos já vem despertando a atenção de jovens que futuramente poderão desempenhar um importante papel na construção de uma sociedade mais sustentável.

Referências

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE LIMPEZA PÚBLICA E RESIDUOS ESPECIAIS.  Panorama 2010.  São Paulo: ABRELPE; 2011.  Disponível em: <http://www.abrelpe.org.br&gt;.  Acesso em: 15 maio 2011.

AITIYEL, S. O.  Gestão de resíduos sólidos: o caso das lâmpadas fluorescentes.  Porto Alegre: [s.n.], 2001.

BRASIL.  Lei Federal nº 12.305, de 2 de agosto de 2010. Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos; altera a Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências.  Diário Oficial da União, Brasília, 3 ago. 2010a.

______.  Decreto nº 7.405, de 23 de Dezembro de 2010. Institui o Programa Pró-Catador, denomina Comitê Interministerial para Inclusão Social e Econômica dos Catadores de Materiais Reutilizáveis e Recicláveis o Comitê Interministerial da Inclusão Social de Catadores de Lixo criado pelo Decreto de 11 de setembro de 2003, dispõe sobre sua organização e funcionamento, e dá outras providências.  Diário Oficial da União, Brasília, 23 dez. 2010b.

______.  Ministério do Meio Ambiente, Conselho Nacional do Meio Ambiente.  Resolução CONAMA nº 257, de 30 de junho de 1999.  Estabelece que pilhas e baterias que contenham em suas composições chumbo, cádmio, mercúrio e seus compostos, tenham os procedimentos de reutilização, reciclagem, tratamento ou disposição final ambientalmente adequados”. Alterada pela Resolução nº 263, de 1999. Revogada pela Resolução nº 401, de 2008.  Diário Oficial da União, Brasília, 22 jul. 1999a.

______.  Ministério do Meio Ambiente, Conselho Nacional do Meio Ambiente.  Resolução CONAMA nº 258, de 26 de agosto de 1999.  Determina que as empresas fabricantes e as importadoras de pneumáticos ficam obrigadas a coletar e dar destinação final ambientalmente adequadas aos pneus inservíveis”. Alterada pela Resolução nº 301, de 2002. Revogada pela Resolução nº 406, de 2009.  Diário Oficial da União, Brasília, 02 dez. 1999b.

______.  Ministério do Meio Ambiente, Conselho Nacional do Meio Ambiente.  Resolução CONAMA nº 264, de 26 de agosto de 1999.  Licenciamento de fornos rotativos de produção de clínquer para atividades de co-processamento de resíduos.  Diário Oficial da União, Brasília, 20 mar. 2000.

______.  Ministério do Meio Ambiente, Conselho Nacional do Meio Ambiente.  Resolução CONAMA nº 313, de 29 de outubro de 2002.  Diário Oficial da União, Brasília, 22 nov. 2002.

COMPROMISSO EMPRESARIAL PARA RECICLAGEM. Pesquisa Ciclosoft 2010. Disponível em: <http://www.cempre.org.br/ciclosoft_2010.php&gt;.  Acesso em: 1 fev. 2010.

RUIZ, M. R.  Gestão de resíduos sólidos: proposição de projeto de lei sobre o e-lixo na Cidade de Rio Claro-SP.  Projeto aprovado para apresentação na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia, Rio Claro, dez. 2011.

RUIZ, M. S.; TEIXEIRA, C. E. Reflexões sobre o recém aprovado projeto de lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos.  Habitante verde, São Paulo, 20 mar. 2010.

TEIXEIRA, I.  Governo trabalha para melhorar o licenciamento ambiental. Conjuntura da infraestrutura.  São Paulo: EESP- FGV/ ABDIB, abril 2011.

SINDICATO DAS EMPRESAS DE LIMPEZA URBANA NO ESTADO DE SÃO PAULO. Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública. PricewaterhouseCoopers Serviços Profissionais.  Guia de orientação para adequação dos Municípios à Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).  São Paulo: SELUR/ ABLP/ PwC, 2011.

Autores:

Prof. Mauro Silva Ruiz

Mauro Ruiz

Mauro Ruiz

Coordenador e professor do MBA em Gestão Ambiental e Práticas de Sustentabilidade do Instituto Mauá de Tecnologia em São Caetano, professor do Mestrado em Gestão Ambiental e Sustentabilidade da Uninove, e pesquisador licenciado do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo. Contato: maurosilvaruiz@gmail.com

 

Prof. Alexandre de Oliveira e Aguiar

Alexandre Aguiar

Alexandre Aguiar

Professor do Mestrado Profissional em Gestão Ambiental e Sustentabilidade da Uninove, professor convidado de cursos de pós-graduação lato-sensu, e auditor e consultor em sistemas de gestão ambiental e sistemas de gestão de segurança e saúde ocupacional.Contato: aoaguiar@ig.com.br

 

Prof. Rui Alexandre Christofoletti

Rui Alexandre

Rui Alexandre

Engenheiro elétrico, mestre em Educação Especial, e professor do Ensino Médio no Colégio Koelle de Rio Claro – SP onde co-orienta monografia sobre e-lixo no município. Contato: rui.chr@uol.com.br

Maíra Rubini Ruiz

Maíra Ruiz

Maíra Ruiz

Aluna do Ensino Médio do Colégio Koelle, membro do Parlamento Jovem Municipal, e participante (finalista) da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia – FEBRACE, Edição 10 – Ano 2012, com monografia que propõe um projeto de lei para e-lixo em Rio Claro. Contato: mairarruiz@hotmail.com

Sonae Sierra Brasil compensará 100% dos gases do efeito estufa emitidos em seus shoppings durante liquidação


Hoje o Gui Brammer compartilhou comigo uma boa notícia! Descrevo na íntegra o texto divulgado pela empresa X Comunicação , comentando a excelente iniciativa da Sonae Sierra.

Muito obrigado, Gui!

Liquidação Código Verde

Liquidação Código Verde

“”  Todos os gases do efeito estufa gerados pelo funcionamento dos dez shoppings da Sonae Sierra Brasil, durante a Liquidação Código Verde, ocorrida nos dias 2, 3, 4 e 5 de fevereiro, serão compensados por meio do plantio de árvores. Esta é a ação “Atitude Verde” da 6ª edição da Liquidação Código Verde, que acontece nos empreendimentos da empresa, localizados nos estados de São Paulo, Amazonas e Distrito Federal, com descontos de até 70% em milhares de produtos.

Desde sua criação, em 2009, a Liquidação Código Verde promove ações de conscientização sobre as questões ambientais. Para esta edição da campanha, 100% dos gases do efeito estufa emitidos na operação dos dez shoppings durante quatro dias serão compensados com o plantio de árvores nativas nos biomas Amazônia e Mata Atlântica, tais como seringueira, jatobá, buriti, cupuaçu, andiroba e genipapo.

A Liquidação Código Verde é promovida simultaneamente pelos dez shoppings da Sonae Sierra Brasil: Boavista, Campo Limpo, Penha e Plaza Sul, em São Paulo; Metrópole, em São Bernardo do Campo, Parque D. Pedro Shopping, em Campinas; Tivoli Shopping, em Santa Bárbara D’Oeste; Franca Shopping, em Franca; Pátio Brasil Shopping, em Brasília; e Manauara Shopping, em Manaus. “”

Refletindo sobre o texto acima, é importante ressaltar que os gases inventariados serão compensados quando o total dessas árvores estiverem crescidas e bem cuidadas. Dessa forma, serão capazes de sorver os gases de efeito estufa que irão circular no seu entorno. Ou seja, dependendo das árvores envolvidas, os gases serão absorvidos daqui há mais ou menos 5 ou 10 anos. Nesse vídeo você se informa um pouco mais sobre essa modalidade:

Esse tempo e essa modalidade não tiram o mérito dessa iniciativa da Sonae Sierra, mais do que compensar os gases de efeito estufa durante a Liquidação Código Verde, devemos ressaltar e aplaudir o mérito educativo ao levar para o seu grande público de consumidores, a importância do conhecimento e do debate sobre os graves impactos que as mudanças climáticas estão gerando em nossa sociedade. Unir educação com consumo de produtos, serviços, entretenimento e bem estar, fazem parte da estratégia da Sonae Sierra, que tem a sustentabilidade ambiental e social no seu DNA.

É crescente a necessidade de colocarmos um pouco de política e conhecimento no ato de consumir. Os rótulos das embalagens ainda não esclarecem nossos consumidores sobre o real impacto sócioambiental de  cada produto que tiramos das lojas. Estamos longe de atingirmos esse estágio. Sendo assim, nada melhor do que consumir ao mesmo tempo que seu ato também contribui para diminuir o impacto.

Esse é o grande GOL da iniciativa da Sonae Sierra! Não só pode, como deve inspirar toda indústria de Shopping Centers e Varejo, para seguirem e adaptarem esse ótimo movimento de consumo consciente! É imperativo que os Shoppings insiram a $ustentabilidade na sua estratégia e que a governança climática receba seu devido foco. Um bom começo é conhecer o seu inventário de gases de efeito estufa.

Se quiserem saber mais sobre Sustentabilidade da Sonae, assistam a entrevista da Elizabeth Morita realizada no Programa Sustentavél S.A.:

Além das árvores, é possível compensar suas emissões de gases de efeito estufa através de projetos  ambientais certificados, que fazem uso e incentivam as tecnologias limpas em todos os segmentos da indústria. Nesse vídeo você conhece um pouco mais dessa modalidade:

Por que consumir o conteúdo da Plataforma Liderança Sustentável ?


Sou consumidor do conteúdo desenvolvido pela Plataforma Liderança Sustentável. Como tal, quero compartilhar com os Habitantes Verdes que aqui visitam, um pouco da minha percepção e dos benefícios desse projeto. Assim, também servir de agente de propagação e divulgação.

Nesse exato instante conheço 4 (quatro) prateleiras onde você pode experimentar e consumir o conteudo da Plataforma Liderança Sustentável :

  • As palestras e entrevistas do Ricardo Voltolini , tanto em fóruns empresariais como acadêmicos. E aqui deixo 2 (dois) vídeos como exemplo:

Entrevista para Priscila Kirsner  do Programa Fiscais da Natureza :Priscila Kirsner entrevista Ricardo Voltolini no Programa Fiscais da Natureza

Entrevista no Portal da Ideia Sustentável : Plataforma Liderança Sustentável apresentada pelo Ricardo Voltolini

  •  O Livro Conversas com Líderes Sustentáveis conceitua e contextualizada a importância das empresas inserirem a Sustentabilidade como competência estratégica em seus negócios. Com base nessa certeza, o livro oferece 10 (dez) cases pragmáticos onde empresas de segmentos diferentes compartilham experiências de sucesso, através de entrevistas do próprio Ricardo Voltolini com os respectivos CEOs Presidentes dessas Empresas.

Livro Conversas com Líderes Sustentáveis

Livro Conversas com Líderes Sustentáveis

  • Os vídeos com depoimentos dos Executivos de Grandes Corporações. Neles, todos contam histórias de como estão gerando valor para suas empresas, ao decidirem que Sustentabilidade faz parte da estratégia de todas elas:

Franklin Felder da Alcoa

Fábio Barbosa quando liderava o tema no Santander

Paulo Nigro da Tetra Pak

Héctor Núnes quando liderava o tema na Walmar Brasil

Guilherme Leal da Natura

José Luciano Penido da Fibria

Luiz Ernesto Gemignani da Promon

Miguel Krigsner do Boticário

Kees Kruythoff  da Unilever

José Luiz Alquéres da Light

José Luiz Alquéres da Light Parte 2

Dedicando alguns minutos dos seus próximos dias para escutar ( e não apenas ouvir ) os vídeos e, depois, colocar o livro na sua lista de leituras, você terá material suficiente para entender porque Sustentabilidade é uma competência que precisa se fazer presente na estratégia das empresas. No passo seguinte, deve estar transversalmente atuando em todos os seus processos de negócios.

Você poderá ter dúvidas de como dar o primeiro passo na implementação, na transformação, enfim, mas terá nítida certeza que precisa começar. Sustentabilidade não pertence a nenhuma área ou organização, é uma competência que atua transversalmente por toda empresa e, melhor, quando transborda para seus fornecedores e parceiros. Pode sim, ter um líder, um executivo com atuação de consolidação do tema e missão de garantir plena aderência de todas ás áreas.

Particularmente encontrei na Plataforma Liderança Sustentável, uma marco divisório entre o que podemos chamar de Ambientalismo e Sustentabilidade. Digo isso porque ouvi de executivos que tive o prazer de trabalhar ao longo da minha carreira, perguntas me questionando se eu havia virado ambientalista, se eu iria trabalhar nuna ONG, se estaria me filiando algum partido (supostamente comprometido com o meio ambiente) e outras perguntas desse gênero, todas feitas com criativo bom humor.

Entendo e afirmo a importância do trabalho dos ambientalistas como agentes atuantes na sociedade e seus diversos segmentos sociais e políticos. Todavia, sustentabilidade dentro das empresas ocupa seu próprio espaço, sua própria maneira de transformar os processos de desenvolvimento de produtos e serviços sejam eles os atuais e futuros. Ambientalistas atuam e ajudam a sociedade e governo a aprenderem a lidar com o tema da natureza e seu recursos finitos, impactos irreversíveis e reversiveis. Profissionais que estão inserindo a sustentabilidade nas suas competências profissionais ja estão ajudando as empresas a tratarem os ativos como ar, água, energia, solo, matéria prima e resíduos de uma forma inovadora que traga ganhos tangíveis e intangíveis para seus negócios e seu segmento também.

Se sua empresa já começou a lidar com a sustentabilidade, a Plataforma Liderança Sustentável pode te inspirar a aprimorar e acelerar essa transição e transformação. Se sua empresa ainda não começou a lidar com o tema, não se preocupe, pois seus stakeholders (acionistas, bancos, clientes, governos e competidores) logo irão dar esse impulso para você.

Parabéns para toda equipe comprometida com a Plataforma Liderança Sustentável e também, para aos Executivos das Empresas que participaram dessa primeira etapa e mostram nos vídeos como se tornaram Habitantes Verdes Líderes em seus respectivos ramos de atuação.

Mutirão do Resíduo Eletrônico chega à Loja C & C do Morumbi


Mutirão do Resíduo Eletrônico chega à Loja C&C do Morumbi

A  loja da C&C Casa e Construção, localizada na Av. Dr. Chucri Zaidan, inicia em 17 de outubro a campanha de coleta de resíduo eletrônico. As pessoas podem levar à loja aquele equipamento que não funciona mais. Todos os materiais serão processados e seus componentes receberão a destinação correta. Desde o início da Campanha, na loja da Marginal Tietê, já foram coletados mais de cinco toneladas (5.000 Kg) de material eletrônico. O objetivo agora é estender a coleta para outras lojas da C&C. Além da Campanha a C&C, em parceria com a Agência Conversa Sustentável e com a Reciclo Metais, irá promover um Workshop sobre sustentabilidade para empresas que ficam no entorno da loja. O intuito é compartilhar as experiências e os resultados com outras organizações.

Mutirão do Resíduo Eletrônico chega à Loja C&C do Morumbi

Mutirão do Resíduo Eletrônico chega à Loja C&C do Morumbi

Aquele computador que não funciona mais, celulares que iriam para a lata de resíduos e todos aqueles aparelhos eletrônicos que chegaram ao fim de sua vida podem ser levados à loja. Essa iniciativa faz parte do Programa de Sustentabilidade C&C. A idéia é recolher materiais eletrônicos que possivelmente iriam ser descartados de maneira incorreta, indo parar em lixões e causando muito mais impactos. A coleta visa conscientizar as pessoas sobre a importância de dar ao resíduo eletrônico a destinação correta. Esses equipamentos não podem ser tratados da mesma forma que o resíduo comum. Os aparelhos eletrônicos contêm partes que podem ser reutilizadas e recicladas. Além disso, contém metais pesados e outras substâncias que podem contaminar o solo. Ao invés de acumularem-se nos lixões e provocarem diversos problemas os equipamentos que forem coletados na loja C&C vão receber um novo ciclo de vida. Receberão os devidos cuidados por uma empresa especializada nesses processos, a Reciclo Metais, e seus componentes serão reciclados, o que diminui o impacto ambiental, gera empregos e renda. O Programa de Sustentabilidade C&C: Recolhimento de Resíduo Eletrônico visa promover os valores da sustentabilidade e a conscientização de seus clientes em dar uma destinação correta para o Resíduo Eletrônico. A ideia é que a partir de 2012 sejam implantados pontos fixos de coleta.

Mutirão do Resíduo Eletrônico chega à Loja C&C do Morumbi

Mutirão do Resíduo Eletrônico chega à Loja C&C do Morumbi

Qualquer pessoa pode depositar o resíduo eletrônico na loja sem custo algum. Em seguida a Reciclo Metais, irá coletar e processar estes materiais. Ao final do processo, para garantir que todo o equipamento recebeu o tratamento correto, a empresa emitirá o Certificado de Destinação Adequada. Este certificado ficará exposto na loja para que qualquer interessado tenha acesso.

Os materiais a serem coletados são:

  • Computadores (Monitores, Mouses, Teclados, CPU’s);

  • Servidores; Notebooks; Modens; Hub’s;

  • Telefones Celulares (Aparelhos, Carregadores);

  • Impressoras, Scaners;

  • Aparelhos Telefonia Fixa; Fax; Microsystem;

  • DVD’s; Vídeos Cassetes;

  • Câmeras (Vídeo e Fotográficas);

  • Cabos; Estabilizadores; Nobreaks; Roteadores;

  • Home Theaters; Projetores; Calculadoras;

  • Agendas Eletrônicas.

Sobre a C&C:

A C&C Casa e Construção, empresa 100% nacional, conta atualmente com 40 unidades distribuídas pelos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Em São Paulo são 32 lojas na capital, Grande São Paulo, interior e baixada santista. No Rio de Janeiro são oito lojas, seis na capital do Estado, uma em Niterói e outra em Duque de Caxias.

A Loja C&C Casa e Construção fica localizada na Avenida Dr. Chucri Zaidan, 230. Vila Cordeiro – São Paulo.

Mapa de chegada http://g.co/maps/z8qws

O Resíduo Eletrônico será recolhido de segunda a sábado das 8h às 23h.

Mais Informações: (11) 2501 4064

Comentários do Habitante Verde :

Esse texto é da Vivian Blaso da Conversa Sustentável e sua publicação aqui foi autorizada por ela com intuito de divulgar essa campanha que tem papel fundamental na nossa educação em relação a coleta e descarte dos resíduos eletrônicos. A C&C demonstra aqui a importância do setor varejistas em comunicar o tema da sustentabilidade com seus clientes e, mais do que isso, demonstra estar alguns degraus a frente da Política Nacional de Resíduos Sólidos, indicando que o setor privado, junto com os consumidores, serão os principais atores nessa nova era de pleno ativismo.

Em homenagem a PNRS e também por acreditar que lixo é o nome da nossa atitude quando não tratamos resíduos como matéria prima ou descartamos adequadamente, o texto no Habitante Verde foi chamado de ” Mutirão do Resíduo Eletrônico chega à Loja C&C do Morumbi “

De preferência, leve seu filho e sua filha, será uma ótima e lúdica oportunidade de exercer sua obrigação de bom educador !!

Projeto 21 do Spoleto une a fome com vontade de comer sustentavelmente


Para quem ainda não conheçe, o Projeto 21 do Spoleto está demonstrando a importância do segmento do varejo de alimentação, quando se trata de contar com a competência da sustentabilidade na sua estratégia. Um projeto dessa dimensão, seja de investimento e tempo, somente trará resultados se a sustentabilidade estiver presente na estratégia da Empresa. Fazendo parte dela, os benefícios vão desde ganhos de escala, gestão, redução de custos, aderência dos colaboradores e cooperação da sua cadeia de fornecedores, e, tão importante quanto,  o ganho intangível da sua imagem perante sua rede de stakeholders.

O grande desafio do Spoleto é  fazer chegar essa informação aos seus consumidores e parceiros. No caso dos consumidores, vale investir nos espaços das próprias lojas, nas bandeijas, nos pratos, nos copos, cardápios e qualquer outro espaço que se proponha a se comunicar com seu público alvo.

Está crescendo gradativamente o número de consumidores que compram produtos e serviços, pensando em preço, qualidade, rapidez, atendimento e agora, consideram também se o seu fornecedor ofereçe boas práticas na sua relação com os ativos água, ar, solo, energia, matéria prima e  resíduos. É o caso de unir a fome com a vontade de comer de forma sustentável.

Olhando para os Shopping Centers como parceiros, as lojas Spoleto que estão aderindo ao Projeto 21 passam a se tornar um ponto de referência e um ponto de honra para os Shoppings que poderão oferecer esse tipo de tecnologia e informação para os seus clientes. Sem contar que os vizinhos da praça de alimentação, podem se inspirar e se motivarem a desenvolver seus próprios Projetos Sustentáveis.

A partir daqui compartilho com os Habitantes Verdes um texto que recebi da assessoria de imprensa, que mostra as inovações e conquistas do Spoleto através das medidas que foram tomadas em suas lojas :

O restaurante Spoleto do Pátio Brasil acaba de inaugurar sua nova estrutura sustentável:

Baseadas no Projeto 21 do Spoleto, as reformas trazem inovações como:

O Projeto 21: Em maio de 2010, o Spoleto lançou seu modelo de negócio sustentável, que já responde pelo aumento de 7% na margem líquida dos restaurantes em operação no país, inclusive a primeira flagship recém-inaugurada no Rio Sul Shopping. A projeção da maior rede de culinária italiana do país é chegar a 80 unidades do modelo Spoleto 21 até o final de 2011 (35 novas e adaptação de 20 já abertas) e alcançar uma economia/redução de:

–         607.680 kg de gás;

–         74.880 m3 de água;

–         7.200 litros de produtos de limpeza não lançados na natureza;

–         640 funcionários com aumento salarial de 50%.

 Quais são as mudanças efetivas?

Fogão – Fornecedor: Topema: o fogão a Gás foi substituímos por sistema de indução. Desta forma, reduz o calor da loja (melhor condição de trabalho para os funcionários) e não realiza mais queima de CO² (não há mais fogo na loja), reduzindo também o risco de acidentes como queimaduras de funcionários e incêndio.

Exaustão – era usada a exaustão convencional (com dutos e coifa) e atualmente foi substituída por sistema de exaustão embutida no próprio fogão de indução. Como a operação do Spoleto não utiliza nenhum tipo de frituras, o modelo de exaustão tipo ventless e carvão ativado  atende perfeitamente, não sendo necessária a utilização de recursos naturais para execução de todo o material de exaustão.

Pista fria (refrigerada) – Fornecedor: Ppienk: alteração do modelo de pista fria – maior e com divisórias para os recipientes – para que possa otimizar as atividades de reposição dos produtos no atendimento e garantir a temperatura adequada nos produtos/ingredientes.

Ingredientes pista fria – hoje 70% dos produtos já chegam processados ou prontos aos restaurantes, evitando manuseio na própria loja.

Utensílios – eram utilizados Bowls (potinhos de porcelana brancos, em tamanho pequeno) para expor os ingredientes da pista fria. Foram substituídos por GN’s – outro modelo de recipiente usado na indústria de restaurantes. Os novos são em tamanho maior, não quebram e têm mais facilidade na operação por reduzir a reposição, ter uma melhor troca de ar frio e melhor visual para os consumidores.

Máquina de lavar louça – Fornecedor Nepper: controle e economia de água e diminuição dos produtos de limpeza. Rapidez no processo de lavagem

Frigideiras – Fornecedor Tramontina. Aumento no número de frigideiras, pois devido ao novo processo de lavagem, as mesmas são acumuladas para evitar desperdício de água.

Operador 21 – funcionários multifuncionais (registro em carteira como operador de loja ou atendente): todos os funcionários são treinados para exercerem múltiplas funções. Também devido às mudanças relatadas acima, diminuiu o escopo de trabalho principalmente da equipe interna do restaurante (responsável pela lavagem e processamento dos produtos, por exemplo).

Sobre o Spoleto – Líder no segmento de culinária rápida italiana no Brasil, o Spoleto – maior empresa do sistema Umbria – possui atualmente 301 restaurantes, 273 no Brasil e 28 no exterior (26 no México e duas na Espanha). Presente em 23 estados brasileiros e no Distrito Federal, a maior concentração de lojas está em São Paulo (92) e no Rio de Janeiro (60).

Operação Spoleto

Operação Spoleto

Loja do Spoleto

Loja do Spoleto

A Sustentável leveza de um Shopping


Todos os líderes e formadores de opiniões afirmam e confirmam que os supermercados possuem um papel preponderante no tema da sustentabilidade. Seu poder de comunicação com seu imenso público consumidor, atinge um raio de abrangência como poucas indústrias podem alcançar ou medir. Não foi por falta de bons motivos, que se tornaram referência no tema da sustentabilidade, provocando inúmeras ações e projetos diretamente relacionados com a transformação do seu relacionamento com seus ativos como: água, energia, ar, solo, matéria prima e resíduos. Pularam na frente da Política Nacional de Resíduos Sólidos e se tornaram atores na educação sobre coleta seletiva, reciclagem e correta destinação. Também não deixam de lado, projetos de responsabilidade social empresarial. Com certeza, cativaram uma grande fatia de consumidores que se re-educaram e colocaram o tema da sustentabildiade na sua escolha de onde comprar e o que comprar.

Já é fato consumado a busca dos grandes supermercados por aumento de vendas, fidelização dos clientes e aumento do seu público, pelo simples fato de terem incorporado a sustentabilidade como parte integrante de sua estratégia. Melhor do que isso, estão inspirando esse direcionamento junto aos seus fornecedores, ao mesmo tempo que aprendem com eles também.

Refletindo sobre esse desafio, por que não pensar e buscar inspiração para indústria de Shopping Centers, já que estar dentro de um Shopping é mais agradável do que estar dentro de um Supermercado ?

Por que os Shoppings, que abrigam lojas, serviços, entretenimento, local de trabalho e, principalmente, cada vez mais estão orientados para proporcionar experiências e sensações , não podem seguir seu própio caminho e também buscarem para si esse mesmo benefício ? Em breve, ser um Shopping Cinza ou Verde, será fator de escolha para um público cada vez mais antenado e educado nas suas escolhas do que , onde, como e com quem consumir produtos ou serviços ou sensações. Qual Shopping Center não deseja ter seu custo reduzido na gestão de ativos como água, ar, energia, solo, matéria prima ou resíduos com intuito de oferecer um valor de condominio competitivo que não onere seu cliente lojista e com isso seja agente de suporte no aumento de margem desses mesmos lojistas ? Ganha o Lojista, ganha o Shopping, ganha o Empreendedor e ganha o principal ator: o Consumidor.

Todas essas perguntas e muitas outras, serão respondidas de diversas maneiras e por diferentes especialistas, no Seminário  idealizado pelo Luiz Alberto Marinho da Brandworks e pela Gouvêa de Souza, no dia 20 de outubro de 2011 em São Paulo.

Se chama Green Mall Sustentabilidade na Prática. Seu conteudo é pragmático e orientado para cases e projetos que já trouxeram ganhos tangíveis e intangíveis para seus Shoppings. Empreendedores que já  deram início ao processo de internalizar a competência da sustentabilidade no seu DNA, já estão colhendo os benefícios desse posicionamento estratégico e irreversível, pois, voltando ao início do tema, o Shopping fala, se comunica, interage e convive com um imenso público que precisar voltar nele sempre que possível e gerar demanda de negócios para os Lojistas que lá estão! Como Sustentabilidade cabe em todos os Shoppings, esse seminário tem o importante apoio da ABRASCE.

Confira aqui a programação do “Green Mall Sustentabilidade na Prática”, que mereceu divulgação em diversos espaços na mídia de varejo e sustentabilidade :

http://abraps.blogspot.com/2011/10/green-mall.html

http://www.falandodevarejo.com/2011/10/evento-discute-sustentabilidade-em.html

1o. Seminário Green Mall - Sustentabilidade na Prática

1o. Seminário Green Mall - Sustentabilidade na Prática

Sustentabilidade é para Sempre!


Hoje de manhã circulei pelo Blog do Guilherme Brammer e lá achei suas reflexões sobre uma pesquisa chamada Sustentabilidade Aqui e Agora. Tal pesquisa foi patrocinada pelo hipermercado Walmart do Brasil e Ministério do Meio Ambiente do Brasil, realizada pela Synovate do Brasil e divulgada pelo Portal Envolverde do Jornalista Dal Marcondes.


A pesquisa completa pode ser lida nesse link:  Sustentabilidade Aqui e Agora

 

De fácil leitura e com gráficos coloridos e informativos, a pesquisa  traz para seus leitores um amplo panorama dos ativos que envolvem sustentabilidade ambiental: água, energia, resíduos, ar, matéria prima e solo bem como as novas e necessárias atitudes ao lidar com todos eles: Reciclagem, Redução de consumo, Reutilização de produtos, Recusar produtos que agridem o meio ambiente e Repensar a produção dos antigos produtos ou dos novos, dos  fazendo uso de matéria prima renovável ou aquelas que menos emitem gases de efeito estufa!

5 Rs Reciclar, Reduzir, Repensar, Recusar e Reutilizar

5 Rs Reciclar, Reduzir, Repensar, Recusar e Reutilizar

 

Os números demonstrados na pesquisa indicam que a nossa atitude precisa ser rápida e deve cobrir todo os nossos personagens. O Habitante Verde de cada um deve atuar rápido dentro de si, porque Governo, Escolas e Empresas são formadas – ainda – por pessoas,. Portanto, seremos nós os responsáveis por essa grande transformação no relacionamento Ser Humano x Meio Ambiente. Nossa capacidade de esgotar os recursos naturais foi tremendamente eficaz nas últimas décadas e tudo converge para um mesmo motivo: Consumo do Ter!

O antídoto para reverter nosso eficaz processo de destruição do meio ambiente será a busca pelo Consumo do Ser! Para acordar e fazer valer esse tal Consumo do Ser, teremos que fazer valer os mesmos critérios existentes na evolução do Ser Humano. Ou seja, aquele que mais apresentar transformações rumo ao comportamento de um Habitante Verde, terá que ser premiado por Governo e Empresas através de redução de impostos e pontuação na compra de produtos, por exemplo.  Por outro lado ( o lado cinza ), aquele que se mantiver como um simples Terráqueo terá ser premiado com multas, taxações enfim, incentivos econômicos para provocar intensa reflexão interna e fazer entender a si próprio que sua mudança vale muito para si e para os outros.


Sustentabilidade é para sempre, caso a sociedade civil tenha a intenção de viver em equilíbrio com os recursos que ainda são produzidos pelo Meio Ambiente! Ou, por alguma crença ou intuição, esteja considerando que poderemos nos mudar para algum outro Planeta no Universo.


 

Seu resíduo de remédios agora tem remédio!


Na última quinta-feira, 9 de dezembro, aconteceu o último dia de aula do Curso de Gestão para o Baixo Carbono da Fundação Getulio Vargas. Trinta e três profissionais do mais alto nível na competência da sustentabilidade empresarial, fizeram parte da primeira turma da GV nesse curso.

Essa breve introdução foi para comemorar algo que eu repetia para mim e para os “carboninhos” : O curso é ótimo pela qualidade dos Professores assim como pelo conhecimento e network entre os alunos! Dito e feito! Hoje, o Sergio Cintra da   Empresa Ambiental MS compartilhou conosco um serviço bastante inovador.

Antes de falar dele, quero mostrar uma foto do próprio site, que por si só, já é motivo de mais uma mudança no nosso cotidiano :

Descarte Consciente de Remédios

Descarte Consciente de Remédios

Ato contínuo ao ler o e-mail do Sérgio, montei um e-mail para divulgar no meu condomínio, nas redes sociais da Habitante Verde como twitter, facebook e linkedin e sem esquecer de divulgar para as Empresas Clientes  e Amigos da Habitante Verde. Antes de clicar no enviar, resolvi ligar para tirar dúvidas e conhecer um pouco mais o serviço. Fui muito bem atendido pelo Roberto, gerente responsável pela implantação do projeto e rapidamente ele me resumiu o processo fim-a-fim que conto aqui para os Habitantes Verdes:

Antes de contar, vale a pena lembrar que essa empresa e seus parceiros estão saindo na frente (bem na frente) da Lei de Resíduos Sólidos aprovada esse ano e, que ainda agoniza para ser regulamentada. Enfim, a turma da BHS optou por dar um passo adiante! O Programa de Descarte Consciente gerido pela BHS Brasil Health Service junto as redes de farmácias garante um dos principais pilares da Política Nacional de Resíduos Sólidos, ou seja, que a responsabilidade pela coleta dos resíduos deve ser compartilhada por toda cadeia produtiva: fabricantes, distribuidores e  vendedores para o consumidor final. Dessa forma,  o Programa de Descarte Consciente cria uma rota de logística reversa confortável e segura para os consumidores que frequentam as farmácias. Agora, além  de adquirir novos produtos, irão poder levar até elas seus remédios vencidos e também aqueles que estão fora de uso.

Remédio é um resíduo que requer o máximo de cuidados, portando, seu descarte precisa acontecer através  de um processo profissional e regulado. Por isso, o caminho de volta para farmácia irá garantir que o mesmo será retirado por empresa especializada e incinerado conforme as normas vigentes, minimizando impacto no meio ambiente. Principalmente, se a comparação for feita com o procedimento atual, muito bem demonstrado na foto que basicamente mostra – onde e como – estamos poluindo nosso rios, solos, mares e lençóis freáticos.

Segundo o Consultor de Gestão de Resíduos Sólidos, Mestre Alexandre Aguiar , meu Professor lá do MBA de Sustentabilidade da Mauá, os remédios são classificados como Resíduos do Grupo B, portando, altamente tóxicos e geridos por normas do CONAMA.

Lembre-se de  guardar seus remédios vencidos e fora de uso num lugar seguro, inalcançável pelas crianças, levá-los até a farmácia mais próxima do seu caminho que esteja na lista do site e lá procurar por um dos profissionais que irá  fornecer todas as  orientações. Tudo isso  te dará certeza que seu gesto cumpre as boas práticas de cidadão, com você e com o meio-ambiente!

 

Clica no portal do Programa e conheça a farmácia mais próxima de você! Em breve, outros endereços estarão completando e aumentado essa lista!


http://www.descarteconsciente.com.br/

Descarte Consciente de Medicamentos

Descarte Consciente de Medicamentos

O destaque dessa invenção está na Estação ECOMED® , tecnologia onde os remédios serão coletados, obedecendo normas de segurança e controle. Mais sobre a Estação ECOMED® , clique aqui

Descarte de Medicamentos

Descarte de Medicamentos

Coletora de Medicamentos para Descarte Consciente

Coletora de Medicamentos para Descarte Consciente

Dá para pintar de Verde nossa Educação ?


Dá!  Com certeza!

Quando escrevi sobre o personagem Habitante Verde no texto Quem é o Habitante Verde ? refleti sobre a importância dessa transformação dentro das pessoas adultas, e um dos personagens é o Educador Verde.  Ao Educador Verde, digo que basta dar bons exemplos para atingir o caminho mais rápido e eficaz na educação dos nossos pequenos. Cabe a ele mostrar, na prática,  a nova maneira de se relacionar com o meio ambiente: água, energia, solo, resíduos e ar. É sobre o Educador Verde que quero dividir experiências e conhecer mais!

Não tenha dúvidas que sua atitude em casa e em todos os lugares, irá fazer chegar até a mente e instinto dos seus filhos, uma intensa e cristalina mensagem. Essa mensagem será determinante para lhe dizer como devemos proceder no uso da água, energia, solo, resíduos e ar. Gestos intimamente ligados aos 5 Rs de Reciclar, Reduzir, Repensar, Recusar e Reutilizar – já serão uma boa referência de exemplos a serem seguidos.

Em contrapartida, vai te ajudar, e a eles também, se você repete hábitos pintados de verde! Exemplo fácil é estimular a leitura de livros infantis que abordem o tema de maneira leve e divertida! Esses livros podem ser lidos com eles, estando eles, os filhos, no seu colo, daquele jeito que nossas Mães e Avós contavam historinhas para gente quando não tinham que competir com as TV´s, Jogos, Internet, etc. Se puder, evite os termos técnicos, o sentimento que o mundo pode acabar e outras abordagens mais contundentes, conte uma história, mude a voz conforme o personagem e outras técnicas que funcionem para sua turminha.

Aqui em casa minha dupla foi promovida aos cargos de Guardiões dos Recursos da Terra! Esse tema foi inspirado nos livros de Rachel Biderman e Sandra Marcondes, que abordam as dicas do Tio Fabio sobre tudo que devemos re-aprender no trato com os recursos do Planeta. São 5 livros:

Guardiões do Clima da Terra

Guardiões do Clima da Terra

Guardiões da Mata Atlântica

Guardiões da Mata Atlântica

Guardiões da Limpeza da Terra

Guardiões da Limpeza da Terra

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Todos  abordam de forma leve e lúdica, como devemos nos re-educar e educar nossos pequenos para o atual cenário de transformação que estamos vivendo.

 

Lá em casa já foram lidos os  livros e agora, com ajuda da Escola Soletrar , estamos compartilhando com os amiguinhos da sala de aula.

 

A idéia é que os livros circulem pelas casas dos Educadores – Mães e Pais – para dividir e compartilhar esse conhecimento, tão importante quanto todas as outras disciplinas tradicionais de um curriculum escolar.

No final, você tem uma surpresa:  um Certificado! Mas não vou dizer para quem é, e sobre o que é, para não tirar sua expectativa, ok?

Guardiões da Camada de Ozônio

Guardiões da Camada de Ozônio

Guardiões da Água do Planeta

Guardiões da Água do Planeta

Dá para  fazer mais? Dá!

Ganhei de presente de um amigo de longa data, 3 jogos que lembram muitos os jogos da querida infância! O que

muda ? É que todos estão atualizados com os temas da Ecologia, Reciclagem e o novo Mercado das Práticas de Sustentabilidade.

Quer brincar e educar ao mesmo tempo ? Escolha um dos três, lembre do seu tempo de criança e sente no chão para se dive

rtir com os seus pequenos! Quem vai educar seu filho são os jogos, você vai estar dando o prazer da sua companhia e, se possível ,dando uma dica aqui outra ali de como tratar água, energia, solo, resíduos e ar dentro do seu lar e em todos os lugares!

Todos os jogos você encontra na Loja do Rogério: http://www.toysrio.com.br/

Pode ir lá com calma e segurança. Frequentei essa loja de 1974 até 1978, quando ainda se chamava Guri Lar. Lá no Méier!

Quem gostava do WAR irá curtir o ECO Planeta! Quem era fã do Banco Imobiliário, irá curtir o Mercado Sustentável! Quem ainda chama resíduo de lixo, irá chamar só de resíduo e reconhecer que lixo é o nome da a nossa atitude quando não tratamos resíduo como resíduo.

Por último, não se surpreenda quando eles começarem a dar bons exemplos para vocês, Educadores!

 

Mercado Sustentável

Mercado Sustentável

Recicla Mundo
Recicla Mundo

 

Eco Planeta

Eco Planeta

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